França envia polícia a Kiev para investigar crimes de guerra

Ministros das Relações Exteriores da UE discutiram na segunda-feira os esforços do campo para espremer a economia da Rússia com sanções, incluindo a possibilidade de sanções energéticas, mas nenhuma decisão foi tomada.

“Não há nada na mesa, incluindo sanções sobre petróleo e gás”, disse o chefe de política externa da UE, Joseph Borel, após uma reunião em Luxemburgo. Mas nenhuma decisão foi tomada hoje.

A União Européia aprovou na sexta-feira passada um quinto embargo contra a Rússia, incluindo o primeiro embargo significativo às importações de energia da Rússia – carvão. No entanto, a federação está profundamente dividida sobre se deve começar com o petróleo e avançar com mais restrições à importação de energia.

Um alto funcionário da UE nas conversas de segunda-feira disse que houve pouca discussão detalhada sobre as opções na segunda-feira e que nenhum progresso foi feito na redução da divisão dentro da coalizão. Um grupo liderado pela Alemanha se opõe à suspensão das importações de petróleo. Outros, liderados pela Polônia, estão pedindo ao campo que pare de comprar energia russa.

Ele descreveu o “choque assimétrico” de que mais sanções energéticas seriam impostas a alguns países que dependem fortemente de petróleo e gás russos. Borel observou. “Deve ser administrado combinando unidade e solidariedade”, disse ele.

Autoridades da UE dizem que pode levar várias semanas para a Comissão Europeia apresentar uma proposta para uma nova rodada de sanções, embora o tempo eventualmente dependa do que acontecer na Ucrânia.

Os ministros das Relações Exteriores se reuniram com Karim Khan, advogado do Tribunal Penal Internacional em Luxemburgo, na manhã de segunda-feira para discutir os esforços para investigar possíveis crimes de guerra na Ucrânia.

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Vários estados membros, incluindo o ministro das Relações Exteriores da Suécia, anunciaram na segunda-feira que estavam prontos para financiar o trabalho do TPI. Além disso, Borel disse que a missão da UE na Ucrânia ajudaria as autoridades a compilar provas de crimes de guerra. A UE reabriu suas operações em Kiev no último fim de semana.

Uma equipe especial da polícia francesa especializada em perícia já chegou à Ucrânia para investigar crimes de guerra.

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