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WikiLeaks responsabiliza Lenín Moreno pela prisão de Assange

WikiLeaks responsabiliza Lenín Moreno pela prisão de Assange
WikiLeaks responsabiliza Lenín Moreno pela prisão de Assange – Foto: Rodrigo Buendia/ AFP
“Ele (Lenin Moreno) pôs a vida de Assange em perigo e humilhou o Equador”, afirmou o ex-presidente Rafael Correa através da rede social Twitter.

Através da rede social Twitter, o Wikileaks acusa o embaixador do Equador de “ter convidado” a polícia britânica a prender Assange no interior do edifício da embaixada, em Londres, e referiu-se ao chefe de Estado do Equador que deixou de proteger o fundador da organização.

“Breaking News: uma fonte de alto nível dentro do estado equatoriano disse que Julian Assange será expulso dentro de “horas a dias” usando o escândalo offshore, como um pretexto — e que já tem um acordo com o Reino Unido para sua prisão”.

“O Equador decidiu de maneira soberana retirar o asilo diplomático a Julian Assange por ter violado em várias ocasiões as convenções internacionais e o protocolo de coabitação”, justificou por seu turno o Presidente do Equador, Lenin Moreno.

Entretanto, o ex-presidente do Equador, Rafael Correa, exilado na Bélgica desde 2017, acusou hoje o atual chefe de Estado de responsabilidade na prisão do fundador do Wikileaks considerando-o chefe “o maior traidor da história latino-americana”.

“Ele (Lenin Moreno) pôs a vida de Assange em perigo e humilhou o Equador”, afirmou Rafael Correa através da rede social Twitter.

Em comunicado, a polícia indicou que executou um mandado de detenção emitido em 2012 após o Equador ter retirado o direito de asilo ao australiano de 47 anos.

Assange refugiou-se na embaixada equatoriana na capital britânica em 2012 para evitar a extradição para a Suécia, que solicitou que o fundador do Wikileaks se entregasse por supostos crimes sexuais, um processo que, entretanto, prescreveu.

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