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‘Se subir o diesel, ministro, nós vamos parar’, diz caminhoneiro

'Se subir o diesel, ministro, nós vamos parar', diz caminhoneiro a ministro
‘Se subir o diesel, ministro, nós vamos parar’, diz caminhoneiro
Wanderlei Alves, o Dedéco, falou a Onyx Lorenzoni sobre a possibilidade de uma nova greve. “Se subir o óleo diesel, ministro, nós vamos parar e ponto final.”

De acordo com a Folha de S.Paulo, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, trocou mensagens pelo WhatsApp com o caminhoneiro Wanderlei Alves, o Dedéco, ao longo desta terça-feira (16), dia no qual foram anunciadas medidas que beneficiam a categoria.

De acordo com áudio obtido pela Folha, os dois discutiram sobre os líderes ouvidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para criar o plano de ação.

Para Alves, o governo não está falando com as pessoas certas.

“Nós, governo, tomamos atitudes em cima da pauta que dezenas de líderes de caminhoneiros de todo o Brasil nos apresentaram. Inclusive tu, Dedéco”, afirma Onyx.

E continua: “Não estamos aqui para mediar nem briga de caminhoneiro com caminhoneiro, e muito menos de quem se acha líder do A ou do B. Nosso negócio é respeitar e valorizar o caminhoneiro”.

Na troca de áudios pelo WhatsApp, Alves respondeu que não enviou nenhuma pauta ao governo, que não fosse o cumprimento da tabela e a redução do óleo diesel.

“A pauta nossa é fazer valer o piso mínimo e não subir óleo diesel. A decisão do nosso grupo está tomada”, diz.

O caminhoneiro também fala sobre a possibilidade de uma nova greve. “Se subir o óleo diesel, ministro, nós vamos parar e ponto final.”

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