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Paulo Guedes e a maldição do “tchutchuca”

Paulo Guedes e a maldição do "tchutchuca"
Paulo Guedes e a maldição do “tchutchuca”
No Senado, semana passada, e na Câmara, mesmo antes da explosão do “é a mãe”, Paulo Guedes mostrou que não resiste a provocações, o que costuma ser fatal na política.

De Fernando Brito, no Tijolaço:


O jornalista Kennedy Alencar, no Twitter, acha “engraçado ver tigrões da imprensa tão melindrados, tão escandalizados com o uso da palavra tchutchuca”.

Talvez, Kennedy, porque seja destas coisas que vá pegar por um longo tempo porque traduz, no popular, o que é um ministro da Economia que, ontem, mostrou que ele e o governo a que pertence  não aguentam o “batidão” da luta política.

Até porque, a começar do chefe, o governo não tem a menor continência verbal. É um “golden shower” generalizado.

Ou o secretário do gabinete Civil, que deveria ser o grande coordenador da blindagem a ser feita a Guedes não viu e não foi visto na Câmara.

O episódio é menos grave pelo nome – “tchutchuca” – do que pelo sobrenome: “dos banqueiros”.

Como disse em outro post, foi um dos momentos que lamentavelmente foram raros, ontem: dizer o que o povo entende.

O “tchutchuca” vai “colar” como o estigma em Caim.

No Senado, semana passada, e na Câmara, mesmo antes da explosão do “é a mãe”, Paulo Guedes mostrou que não resiste a provocações, o que costuma ser fatal na política, onde se dizem os maiores desaforos, mas nunca se pode fazer nada com a cara transtornada.

É aí que o tigrão vira tchutchuca.

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