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Bolsonaro é tudo aquilo que o Estadão escreveu sobre Haddad

Bolsonaro é tudo aquilo que o Estadão escreveu sobre Haddad
Bolsonaro é tudo aquilo que o Estadão escreveu sobre Haddad
O Estadão afirmou em 2018 que com o radicalismo petista, o Brasil seria transformado numa Venezuela, um mantra repetido até hoje por Jair Bolsonaro. 

Radicalização antidemocrática. Assim o Estadão publicou em editorial no dia 7 de outubro de 2018, às vésperas da eleição no primeiro turno.  De acordo com o jornalão, o programa do PT era esclarecedor no que diz respeito a esta radicalização, “o pior do ranço petista”.

Dá a impressão de que o partido vê nessa eleição a oportunidade para fazer o que sempre quis fazer, mas que não havia conseguido, ou seja, assenhorear-se do poder e dele não mais se afastar.

O Estadão afirmou que com o radicalismo petista, o Brasil seria transformado numa Venezuela, um mantra repetido até hoje por Jair Bolsonaro.

Após contestar as medidas do programa do PT, o Estadão não esconde a sua torcida:

Que as urnas deem a devida reprovação ao programa petista, que troça do brasileiro e das instituições democráticas. Há um país a ser respeitado. Há liberdades a serem preservadas.

Há liberdades a serem preservadas

Neste domingo (10), ao atacar a jornalista Constança Rezende utilizando uma falsa declaração divulgada pelo site Terça Livre, Jair Bolsonaro também atacou a imprensa (Leia mais aqui). Desde a vitória nas urnas, o presidente ataca a imprensa como um alvo preferencial.

“O país a ser respeitado”, como disse o Estadão em seu editorial, viu um presidente da República divulgar um vídeo obsceno numa rede social oficial, ao alcance de crianças e públicos sensíveis.

Ao escrever sobre Haddad e o PT, ruminando o ódio que acomete boa parte dos seus leitores, o Estadão estava, na verdade, fazendo uma referência a Bolsonaro, o candidato palatável.

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