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Redes sociais se configuram como quinto poder da República

Redes sociais se configuram como quinto poder da República
Redes sociais se configuram como quinto poder da República
O processo de construção de ações coletivas a partir das redes sociais é facilitado, para o bem e para o mal, pela possibilidade de microcontribuições em tempo real de cidadãos pelas diversas plataformas.

Da Folha:


A nova configuração do Congresso para a atual legislatura, marcada pelo alto percentual de renovação no Senado e na Câmara dos Deputados, demarca também uma mudança na relação entre eleitores e eleitos decorrente do impacto das redes sociais nos resultados das urnas, no ano passado.

Saem muitos nomes antigos e reconhecidos do jogo político em Brasília e entram novos atores capitalizados pela interlocução direta com a sociedade civil na internet, fazendo com que a representação política seja muito mais permeável à pressão pelas redes.

Isso influenciará o resultado de votações e a condução das reformas do governo junto a aliados e oposição, da mesma forma impactando no cálculo de risco dos agentes privados em geral.

O processo de construção de ações coletivas a partir das redes sociais é facilitado, para o bem e para o mal, pela possibilidade de microcontribuições em tempo real de cidadãos pelas diversas plataformas e, principalmente, de influenciadores digitais que intensificam a ação coletiva digital, alterando os resultados do debate político.

Na eleição para presidente do Senado, aqui utilizada como proxy do que está por vir, pôde-se observar um preâmbulo da força da web sobre as decisões centrais no parlamento logo na abertura da sessão legislativa, com a chegada de Davi Alcolumbre (DEM-AP) à presidência da Casa.

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