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Discursos de Bolsonaro são coleções de tuítes

Discursos de Bolsonaro são coleções de tuítes
Discursos de Bolsonaro são coleções de tuítes
A fórmula foi repetida, repaginada, no discurso seguinte no parlatório do Planalto. Lá, falando para seu público fiel, usou e abusou do linguajar usual desde sempre.

O jornalista Igor Gielow fez uma análise dos discursos de Jair Bolsonaro lidos para o povo e depois para o parlamento durante a posse. Ambos os discursos são, segundo a sua análise, compilações de tuítes tanto do próprio Bolsonaro quanto dos seus asseclas.

O texto do discurso lido à população presente na posse foi lido em pouco menos de dez minutos, pequeno perto dos 44 minutos utilizados em 2003 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o jornalista, se há uma linha-mestra do bolsonarismo, está colocada ali para quem quiser criticar ou cobrar a aplicação depois.

De acordo com Gielow, a fórmula foi repetida, repaginada, no discurso seguinte no parlatório do Planalto. Lá, falando para seu público fiel, usou e abusou do linguajar pelo qual notabilizou-se ao longo de sua carreira. Prometeu libertar o Brasil do “socialismo, da inversão de valores, do politicamente correto e do gigantismo estatal”.

 

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