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Bolsonaro difunde sua primeira fake news como presidente

Bolsonaro difunde sua primeira fake news como presidente
Bolsonaro difunde sua primeira fake news como presidente
Numa fala típica de campanha eleitoral, ele disse que a sua posse foi o “dia em que o povo começou a se libertar do socialismo”.

Do Blog do Kennedy:


O presidente Jair Bolsonaro dispensou o tom conciliatório tradicional dos vitoriosos em discursos de posse e difundiu hoje a primeira fake news de sua administração. Numa fala típica de campanha eleitoral, ele disse que a sua posse foi o “dia em que o povo começou a se libertar do socialismo”.

Nunca houve socialismo no Brasil. É uma mentira dita pelo presidente no primeiro dia no cargo.

Bolsonaro não desceu do palanque nos dois discursos de hoje. No primeiro, na posse oficial no Congresso, falou em combater a “ideologia de gênero”, responsabilizou “inimigos da pátria” pelo atentado que sofreu na eleição, defendeu maior liberdade para posse de armas e repetiu bordões de campanha. No segundo discurso, no parlatório do Palácio do Planalto, adotou tom agressivo, afirmando que implementaria a agenda aprovada pela maioria na eleição.

“É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil e me coloco diante de toda a nação neste dia como um dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, se libertar da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”.

Segurando a bandeira do Brasil com o vice, Hamilton Mourão, ele disse: “Nossa bandeira jamais será vermelha… só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela”. Foi ovacionado por um público aguerrido, mas que compareceu em número bem inferior ao projetado por seus aliados.

A imprensa recebeu tratamento desrespeitoso, com confinamento de jornalistas durante horas, impedimento para deslocamentos, ameaças de ser alvo de atirador de elite e restrições para alimentação e até idas ao banheiro.

No primeiro dia de governo, Bolsonaro deu mostra de que a sua relação com a imprensa continuará ruim e dispensará prestação de contas por meio do jornalismo.

A agenda econômica não ficou clara em nenhum momento. Falta estratégia para aprovar a reforma da Previdência, por exemplo. Sobra improviso. Nos discursos do presidente, houve mistura nociva e excessiva de religião com assuntos de Estado. Em resumo, Bolsonaro é o político mais despreparado a se sentar na cadeira presidencial.


3 comentários

  • Não foi FAKE NEWS. Nos últimos 30 anos nosso país foi aparelhado, doutrinado e comandado por partidos socialista comunistas tal vem acontecendo desde os governos FHC lula e Dilma, sendo alhinhados com todos as ditaduras comunistas, com entreguismo total de nossa soberania e recursos naturais. Pra não falar nos meios DE comunicações e nos jornalistas totalmente parciais com viés político declaradamente esquerdista. Será que vcs não tem inteligência para traçar paralelos de miséria, corrupção, e autoritarismo dos tão idolatrado países socialistas comunistas ? Mais de 60/ dos brasileiros votaram no Bolsonaro justamente para fazer o que ele está fazendo : limpando o pais dos hipócritas comunistas e deveria seguir o exemplo da Hungria que criminalizou o Nazismo e o comunismo.

    • Rogério,Socialismo é um sistema econômico que vem sendo construído desde 1949 pelo povo chinês, que vem transformando a China numa potência econômica comparável aos Estados Unidos.Socialismo não tem nada haver com comunismo quanto mais com nazismo.Nos vivemos 20 anos de ditadura com o sistema econômico sendo capitalista.

      • Perdoe João, nós não vivemos “ditadura”, vivemos num Regime Militar Democrático. Não vivemos reprimidos, ao contrário, as Forças Armadas nos garantiram a continuidade de sermos um país livre e sem amarras. Quanto ao sistema utilizado pela China, esse pseudo socialismo, só deu certo quando a China abandonou o viés mais duro e emblemático do comunismo, aproximando-se dos USA, alterando seus pensamentos nos negócios. Mas procure pensar nos vários navios que circulam os mares desse mundo, com mão de obra ainda escrava, com bandeiras vermelhas. TFA.: