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Boa parte dos terceirizados da Esplanada são demitidos por Bolsonaro

Boa parte dos terceirizados da Esplanada são demitidos por Bolsonaro
Boa parte dos terceirizados da Esplanada são demitidos por Bolsonaro
Jair Bolsonaro determinou que todos os ministérios diminuam os contratos com empresas terceirizadas. A ordem é cortar “drasticamente” nessas despesas.

De Vicente Nunes, no Correio Braziliense:


Na tentativa de reduzir custos e acelerar o ajuste fiscal, o governo de Jair Bolsonaro determinou que todos os ministérios diminuam os contratos com empresas terceirizadas. A ordem é cortar “drasticamente” nessas despesas. Foi feito uma varredura nesses contratos durante o período de transição.

Vários ministérios, inclusive, já receberam a lista com todos os contratos que devem ser revistos e os valores que devem ser reduzidos. Desde a manhã desta quarta-feira, 2 de janeiro, primeiro dia útil do governo Bolsonaro, ocupantes de cargos terceirizados foram dispensados assim que chegaram ao trabalho.

Esse enxugamento dos terceirizados vai se estender pelas próximas semanas. No total, o governo gasta R$ 25 bilhões por ano com esses contratos, sendo que 20% disso com profissionais contratados pelas empresas. Além de custarem caros, os contratos são alvos de irregularidades. As empresas recebem o dinheiro, os donos somem com os recursos e os empregados ficam sem receber.

As áreas que mais contratam terceirizados são Educação, Saúde,Turismo, Esporte (incorporado pelo Ministério da Cidadania) e Integração Nacional (agora, Desenvolvimento Regional), além da Secretaria de Comunicação, absorvida pela Secretaria de Governo.

Estão na mira terceirizados que trabalham áreas como limpeza, secretarias, manutenção, prevenção, transporte e vigilância. O novo governo acredita que há muita coisa errada nos contratos, sobretudo por causa do excesso de aditivos, vários deles  com vigência até julho de 2019.

(…)


1 comentário

  • Cada municipio do brasil gasta 1 milhão ou mais com alimentação de militares, presos e estudantes. O custo é de cerca de 5 ou 6 trilhoes de reais por ano. Estes alimentos podem ser produzidos nas terras publicas dos municipios. O mesmo é em relação a telhas e tijolos.
    A empresas terceiradas devem substituidas pela mão de obra presidiaria por um dia de trabalho por um dia da pena.