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Freixo: Não é uma ameaça a mim, mas à democracia

Freixo: Não é uma ameaça a mim, mas à democracia
Freixo: Não é uma ameaça a mim, mas à democracia
O plano de assassinar Freixo, segundo o documento, aconteceria durante uma agenda programada pelo parlamentar para o próximo sábado em Campo Grande (RJ). 

Em sua conta no Twitter, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) falou sobre o plano de milícias, interceptado pela Polícia Civil, de assassiná-lo. O psolista disse que apresentou medidas para o enfrentamento dos milicianos, mas nada foi feito:

Sou deputado estadual eleito e estou sendo ameaçado mais uma vez. Não é uma ameaça ao Freixo, mas à democracia. Não é uma questão pessoal, é muito mais que isso. A Zona Oeste está hoje sendo governada pelo crime.

Desde 2008, quando presidi a CPI das Milícias, passei a contar com proteção policial por receber inúmeras ameaças concretas de morte. Apresentei medidas para o enfrentamento dos milicianos. O que foi feito? Nada.

Freixo ressaltou o grau de veracidade das ameaças que foram interceptadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro:

“Há um grau de veracidade na ameaça. Eu tinha realmente um compromisso público no próximo sábado em Campo Grande, que obviamente vou cancelar. Mas o que chama a atenção, é que os milicianos continuam soltos, ameaçando e matando”.

Em entrevista ao Globo, Freixo lembrou que tem guardado centenas de ameaças e planos para assassiná-lo.

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