Política

Futuro ministro da Educação chamou golpe de 1964 de intervenção

Futuro ministro da Educação chamou golpe de 1964 de intervenção

Futuro ministro da Educação chamou golpe de 1964 de intervenção

Em artigo publicado na coluna de opinião do Estadão, o futuro ministro da Educação, Ricardo Veléz Rodrigues, chamou o golpe de 1964 de intervenção.

Em artigo publicado no Estadão, em 2014, o futuro ministro da Educação, Ricardo Veléz Rodrigues, chamou o golpe de 1964 de intervenção.

Há 50 anos eclodia a intervenção militar de 1964. Embora cogitada inicialmente como uma correção de rumo na desastrada ladeira por onde havia enveredado o populismo janguista, o regime castrense terminou durando mais do que se imaginara inicialmente e acabou por desgastar as Forças Armadas, em governos de força que se estenderam ao longo de duas décadas.

Ele afirma que as universidades públicas foram “controladas por uma esquerda raivosa”, “, fazendo com que uma cortina de fumaça terminasse pairando sobre essa importante etapa [o regime militar] da nossa vida republicana”.

As universidades brasileiras, em especial as públicas, controladas a partir da abertura democrática pela esquerda raivosa, acabaram fazendo da memória de 1964 ato indiscriminado de repúdio aos militares e às diretrizes por eles traçadas, fazendo com que uma cortina de fumaça terminasse pairando sobre essa importante etapa da nossa vida republicana.

Veléz ainda cita um dos pontos positivos da “intervenção militar”: impedir a instalação de uma ditadura do proletariado.

Anotemos sumariamente os aspectos positivos do regime de 1964: a intervenção militar evitou que os comunistas tomassem o poder, instaurando uma ditadura do proletariado, com o banho de sangue que isso provocaria num país de dimensões continentais como o Brasil.

3 Comentários

  • A opinião de qualquer cidadão num pais democrático deve ser respeitada, e por isso mesmo,pode ser questionada.Classificar o golpe militar de 64 de intervenção é no mínimo duvidar da inteligência do povo brasileiro.Sabemos que os militares derrubaram o governo Goulart para evitar que o Brasil se transformasse numa potencia econômica igual a República Popular Chinesa.

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