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Toffoli prefere chamar golpe militar de 1964 de “movimento”

Toffoli prefere chamar golpe militar de 1964 de “movimento”

Toffoli prefere chamar golpe militar de 1964 de “movimento”

Recentemente, Toffoli nomeou como assessor o general Fernando Azevedo, ex-chefe do Estado-Maior do Exército que participou da campanha de Jair Bolsonaro.

Em palestra sobre os 30 anos da Constituição Federal realizada na USP, em São Paulo, nesta segunda-feira (1), o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, falou sobre os anos de regime militar no Brasil. Para ele, os militares serviram como uma ferramenta de intervenção que, em vez de funcionar como moderadores, optaram por ficar no poder. Com isso, os militares se desgastaram com ambos os lados, direita e esquerda, que criticaram o governo militar. “Por isso, não me refiro nem a golpe nem a revolução de 64. Me refiro a movimento de 1964”, afirmou.

Ao assumir o cargo de presidente da Suprema Corte, Toffoli nomeou como assessor o general Fernando Azevedo, ex-chefe do Estado-Maior do Exército. Pelo que se sabe – Azevedo que recentemente passou para a reserva – foi indicado por Villas Bôas para auxiliar Toffoli, no STF e no Conselho Nacional de Justiça, nas análises e políticas para a área de segurança. Fernando Azevedo vai auxiliar Toffoli nas análises e políticas para a área de segurança, inclusive no CNJ.

 

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