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Globo acusa Moro de usar Palocci para prejudicar o PT

Globo acusa Moro de usar Palocci para prejudicar o PT

Globo acusa Moro de usar Palocci para prejudicar o PT

Moro fez com que se recordasse o caso do grampo de Lula e Dilma em 2016, agora com evidências de tentativa de interferência no primeiro turno das eleições presidenciais.

Quem diria… Em editorial, o Jornal O Globo acusou o juiz Sérgio Moro de tentar prejudicar o PT, embora tenha deixado claro a sua aversão ao petismo:


O juiz Sergio Moro, da Lava-Jato, da primeira instância da Justiça Federal do Paraná, já havia alegado a necessidade legal da publicidade ao divulgar em 2016 grampo em que a presidente Dilma Rousseff, protegida pelo foro privilegiado, combinava com o ex-presidente Lula, sob risco de prisão, a remessa de documento que o colocaria sob a mesma proteção.

Referia-se à nomeação dele para a chefia da Casa Civil, cargo ministerial. Era uma evidente patranha, mas não só o grampo fora feito além do horário permitido pela Justiça, como a participação da presidente da República na conversa no mínimo justificaria uma consulta de Moro ao Supremo. Foi admoestado pelo ministro do STF Teori Zavaski, que também decretou a nulidade do grampo. O juiz depois pediu desculpas. Porém, o caso havia sido criado, e posteriormente Dilma seria cassada, mas por crime de irresponsabilidade fiscal.

Na segunda, Moro divulgou parte de delação que o ex-ministro Antonio Palocci, homem forte de Lula, fizera ao Ministério Público, na qual garante que o ex-presidente sabia do grande esquema de corrupção montado na Petrobras. Pela simples razão de que ele mesmo avalizara nomeações de técnicos da estatal na diretoria da empresa, mas subordinando-os ao PT, PMDB e PP. Palocci terminaria fechando acordo de delação premiada com a Polícia Federal.

Moro fez com que se recordasse o caso do grampo de Lula e Dilma, agora com evidências de tentativa de interferência no primeiro turno das eleições presidenciais, a ser realizado domingo que vem. Ambos os atos contaminados de intenções políticas, embora não se conteste o dolo dos envolvidos. Nenhuma pessoa equilibrada, distante de interesses ideológicos, duvida das más intenções da dupla Dilma-Lula, nem do grande assalto lulopetista à Petrobras.


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