Política

No debate da Globo candidatos ‘desceram a lenha’ em Bolsonaro

No debate da Globo candidatos ‘desceram a lenha’ em Bolsonaro

No debate da Globo candidatos ‘desceram a lenha’ em Bolsonaro

Jair Bolsonaro não compareceu ao debate da TV Globo por recomendações médicas. Mas deu entrevista à Record no mesmo horário.

Os candidatos à presidência da República não perdoaram a ausência de Jair Bolsonaro (PSL) do debate da TV Globo. Tampouco os internautas, que nas redes sociais massacraram o ex-capitão. No último debate do primeiro turno, Bolsonaro apanhou mais do que mala velha.

Enquanto os candidatos discutiam e apresentavam as suas propostas utilizando a audiência da maior rede de televisão do país, Jair Bolsonaro, que não foi ao debate após contraindicação do seu médico, concedeu entrevista à Record.

Falando sobre Bolsonaro, Haddad disse que ele “nunca fez nada” como deputado e o associou a “corte de direitos”, citando as críticas do general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, ao 13º salário e o adicional de férias. O petista lembrou também a proposta de Paulo Guedes, guru econômico do candidato do PSL, de criar um imposto aos moldes da CPMF, o extinto e impopular “imposto do cheque”.

Antes de fazer uma pergunta a Haddad, Marina Silva afirmou: “Eu ia fazer essa pergunta para o candidato Jair Bolsonaro, mas ele mais uma vez amarelou, deu uma entrevista para a Record e não veio para o debate”.

Numa tabelinha com críticas abertas ao candidato do PSL que não compareceu ao debate, Ciro e Meirelles acabaram arrancando risos do público:

— Se alguém foge do debate e só vai dar entrevista em uma condição amigável, não está preparado para administrar o país – apontou Meirelles.

Ciro cobrou mais uma vez a presença do candidato líder nas pesquisas e questionou:

— Me assusta uma equipe de três pessoas, Bolsonaro, Mourão e Paulo Guedes, brigando a dias da eleição. Você imagina que isso vai dar certo?

— Não — respondeu Meirelles, arrancando risos do público.

Mas o que mais marcou foram as palavras de Guilherme Boulos sobre o perigo da volta da ditadura. “Ditadura nunca mais”, disse o presidenciável do PSOL.

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