Política

#Caixa2doBolsonaro: A repercussão na imprensa internacional

#Caixa2doBolsonaro: A repercussão na imprensa internacional

#Caixa2doBolsonaro: A repercussão na imprensa internacional

Diferentemente da velha mídia brasileira, os veículos da imprensa internacional estão cobrindo desde o primeiro momento o “Bolsogate”.

Enquanto a grande mídia no Brasil faz questão de esconder a notícia publicada pela Folha de S.Paulo, na manhã desta quinta-feira (18) sobre o escândalo de envio de mensagens massivas por parte de empresários contra o PT, a mídia internacional aborda o assunto desde o primeiro momento.

O jornal americano Washington Post publicou, sob o título ‘Principal candidato do Brasil acusado de práticas ilegais de campanha’, matéria acerca do escândalo envolvendo a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e os favores especiais de empresários que dispararam mensagens em massa contra o PT via WhatsApp.

Pagar pelo envio de mensagens em massa é considerada uma violação das leis de financiamento de campanhas, uma vez que as empresas não podem doar dinheiro aos candidatos, alerta o jornal.

O correspondente Tom Phillips, do inglês The Guardian a repercutiu as principais falas de Fernando Haddad. E alertou para o impacto das fake News nestas eleições. Observadores do que alguns chamam de ‘a eleição mais importante da história brasileira’ expressaram crescente preocupação com o impacto que notícias falsas – em grande parte favorecendo Bolsonaro – estão tendo na corrida.

O New York Times, mais importante jornal dos Estados Unidos, relata as informações desde a publicações da matéria no jornal Folha de S.Paulo. As acusações do esquerdista Fernando Haddad seguem um relatório publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, dizendo que empresários ligados ao congressista Jair Bolsonaro supostamente financiaram a disseminação de notícias falsas no serviço de mensagens WhatsApp para beneficiar sua candidatura. O artigo dizia que uma campanha de mensagens de segurança estava planejada para a semana antes do segundo turno de 28 de outubro.

As falsas informações no WhatsApp com a responsabilização da campanha de Jair Bolsonaro são notícias no Le Point, da França. “Em qualquer país, seria um grande escândalo, o que poderia levar a uma invalidação da candidatura”, disse Haddad, que acionou a justiça eleitoral.

A revista alemã Stern repercutiu o escândalo já conhecido pelos brasileiros como Bolsogate. A publicação alerta para a utilização massiva da população do Brasil pelo WhatsApp. O Whatsapp é amplamente utilizado no Brasil e possui pelo menos 120 milhões de usuários. O populista direitista Bolsonaro, também conhecido como “Donald Trump do Brasil”, está muito mais presente nas redes sociais do que seu rival Haddad e baseia sua campanha eleitoral em grande parte na Internet.

A americana ABCNews cita Luciano Hang, dono do Havan, e um dos empresários que teriam abastecido os fundos para campanha de distribuição em massa de notícias falsas no WhatsApp. O artigo da Folha cita Luciano Hang, dono da loja de departamentos Havan, como um dos colaboradores. Também é dito que muito dinheiro é gasto em mensagens de envio em massa. Em um comunicado enviado por e-mail, a cadeia de Havan disse que o jornal “publicou notícias falsas com uma clara inclinação ideológica”.

1 Comentário

  • ?.?? E agora Bolsomínios, quem vai prender o mito? Moro deixou de ser o que nunca foi de verdade, um juiz. Sua substituta irá contra seu amigo e mandará a PF levar Bolsonaro coercivamente pra depor, num hall de aeroporto? Ou o mito pode tudo. Que ironia, contra Lula não existem provas, e não é que contra o santo mito de vcs e sua família existem! Gostaria de ver a cara de todos vcs. Kkkkkkkkk
    Lula livre.

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