Política

Vídeo de Bolsonaro na maçonaria causa polêmica com evangélicos

Vídeo de Bolsonaro na maçonaria causa polêmica com evangélicos

Vídeo de Bolsonaro na maçonaria causa polêmica com evangélicos

Um vídeo de Jair Bolsonaro numa loja maçônica é a polêmica da vez. Isso porque os evangélicos não veem a maçonaria com bons olhos.

Jair Bolsonaro que transita em muitas religiões angariou boa parte do apoio dos evangélicos nessas eleições, por defender o conservadorismo em assuntos polêmicos como o aborto, descriminalização das drogas e temas ligados à comunidade LGBT.

Mas os evangélicos não veem a maçonaria com bons olhos, sendo a entidade, para muitos, considerada uma seita. Por isso, o vídeo em que o candidato à presidência aparece discursando para o grupo de maçons está gerando certa desconfiança em alguns internautas.

Saiba mais sobre o assunto:

Depois de conseguir apoio junto a muitos líderes evangélicos, Bolsonaro está diante das eleições no primeiro turno com a perspectiva de que este assunto ganhe as redes sociais.

O candidato a vice de Bolsonaro, General Mourão, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que era maçom “como Duque de Caxias [foi]”, e já participou, assim como Bolsonaro, de um encontro maçom em Brasília, ano passado, quando defendeu uma intervenção militar no Brasil, caso o poder judiciário “não solucionar o problema político”. General Mourão está mais afastado da maçonaria por conta da campanha, mas já foi integrante da organização em Porto Alegre (RS).

O vídeo desta palestra de Bolsonaro numa loja maçônica é antigo. Confira:

4 Comentários

  • Deixaram de fiéis a Deus para abraçar o anticristo quando forem pra igreja não leve a bíblia levem uma arma para ensinar a todos como a besta mostra

    • Maxismo é religião? e muitos evangélicos deixaram de votar em candidatos evangélicos a presidência para votar em maçons, gerou-se um paradoxo alguns lideres evangélicos pedem votos para maçons, mas não os querem em suas igrejas….

  • Só para quem não sabe.
    Salomão Ginsburg, autor e tradutor de grande parte dos hinos evangélicos, viveu em Niterói, Campos, São Fidélis, Pernambuco e finalmente São Paulo. Em 1891, criou o Cantor Cristão, hinário das Igrejas Batistas no Brasil. Fundou o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, localizado na cidade de Recife (PE) e foi secretário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira. Foi o Primeiro Pastor da Primeira Igreja Batista em São João de Meriti, exercendo seu mandato de 1925 a 1926. Em 1894 fundou o jornal As Boas Novas. Em 8 de abril de 1902, em Maceió, traduziu o hino Uma barca naufragando, quem lhe valerá? que faz parte do Cantor Cristão. Em 1902 fundou a Igreja Batista de Penedo, em Penedo – Alagoas. Em 1905, Fundou a Igreja Batista do Cordeiro e depois a Igreja Batista Imperial. Foi maçom, sendo fundador da Loja Maçônica Auxílio à Virtude, na cidade de São Fidélis.
    Faleceu em 1927, deixando escrita a sua biografia num livro chamado Um Judeu Errante no Brasil, publicado pela JUERP em 1932, traduzido pelo pastor Manuel Avelino de Souza.

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