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O apoio militar à campanha de Bolsonaro

O apoio militar à campanha de Bolsonaro

O apoio militar à campanha de Bolsonaro

Um dos políticos históricos do PT recebeu um alerta sinistro: as principais peças do comitê de Fernando Haddad têm sido monitoradas pela área de inteligência das Forças Armadas.

De acordo com reportagem de André Barrocal, na CartaCapital, um dos cardeais do QG petista recebeu um sinistro alerta: as principais peças do comitê de Fernando Haddad têm sido monitoradas pela área de inteligência das Forças Armadas.

Por trás da espionagem estaria o general da reserva Sérgio Etchegoyen, chefe do GSI, o órgão controlador da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin. O objetivo seria reunir informações para ajudar Bolsonaro a triunfar daqui a duas semanas.

Como ministro chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o general tem controle sobre a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que é a responsável pela coordenação do Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência), o que deixa Etchegoyen na ponta do sistema de informações.

Com uma campanha sem recursos, materiais com estética de baixa qualidade, a campanha de Jair Bolsonaro aparenta ter uma estratégia de comunicação amadora.

Na Folha, o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos que estuda instituições militares há quase 30 anos, afirmou que a comunicação de Bolsonaro não seria “exatamente uma campanha de propaganda; é muito mais uma estratégia de criptografia e controle de categorias, através de um conjunto de informações dissonantes”.

“É parte do que tem sido chamado de ‘guerra híbrida’: um conjunto de ataques informacionais que usa instrumentos não convencionais, como as redes sociais, para fabricar operações psicológicas com grande poder ofensivo, capazes de ‘dobrar a partir de baixo’ a assimetria existente em relação ao poder constituído”.

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