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Museu Nacional fez ‘vaquinha’ para reabrir sala dos dinossauros

Museu Nacional fez ‘vaquinha’ para reabrir sala dos dinossauros

Museu Nacional fez ‘vaquinha’ para reabrir sala dos dinossauros

Para reabrir a sala, interditada havia cinco meses após um ataque de cupins, o museu armou uma campanha de financiamento coletivo na internet.

Reportagem de Marco Aurélio Canônico, na Folha, contou em maior de 2018, como o Museu Nacional tentava sobreviver com os problemas, dentre eles o maior: o corte de verbas.

Às vésperas do bicentenário, 10 de suas 30 salas de exposição estão fechadas, incluindo algumas das mais populares, como a que guarda um esqueleto de baleia jubarte e a do Maxakalisaurus topai — o dinoprata, primeiro dinossauro de grande porte já montado no Brasil.

Para reabrir a sala, interditada há cinco meses após um ataque de cupins, o museu armou uma campanha de financiamento coletivo na internet, no ar até 4 de junho, que arrecadou R$ 40 mil até agora (a meta é de R$ 50 mil).

A reabertura, no entanto, não deve acontecer até a data do aniversário. É apenas um dos muitos projetos pensados para a efeméride que não se concretizarão.

Menos de 1% do acervo — que tem cerca de 20 milhões de objetos — está exposto. Entre os principais itens, o meteorito do Bendegó, o maior já encontrado no país, e a coleção de múmias egípcias, a primeira das Américas.

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