Cultura

Museu Nacional guardava 20 milhões de itens

Museu Nacional guardava 20 milhões de itens

Museu Nacional guardava 20 milhões de itens

Desde um meteorito de 5 toneladas, primeiro dinossauro montado no Brasil ao mais antigo fóssil humano já encontrado: o acervo inestimável do Brasil que virou cinzas.

O incêndio de enormes proporções que atingiu o Museu Nacional na noite deste domingo (2) pode ter destruído boa parte dos 20 milhões de itens que estavam guardados na instituição de duzentos anos.

Dentre estes itens, um dos mais relevantes é o fóssil humano mais antigo já encontrado no país, batizado de “Luzia”, que faz parte da coleção de Antropologia Biológica.

O fóssil de Luzia, o mais antigo ser humano encontrado no Brasil, estava guardado em uma sala do Museu Nacional do Rio de Janeiro. A natureza preservou Luzia por 11 mil anos.

O Museu Nacional foi criado por D. João VI e serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico do país. Em junho de 2018, o museu completou 200 anos.

O palácio foi doado por um comerciante ao príncipe regente D. João em 1808 e depois tornou-se a residência oficial da família real no Brasil entre 1816 e 1821 – nesse período, foi a casa de um rei e dois imperadores.

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