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Grupo de mulheres contra Bolsonaro é reativado no Facebook

Grupo de mulheres contra Bolsonaro é reativado no Facebook

Grupo de mulheres contra Bolsonaro é reativado no Facebook

Com mais de 2 milhões de integrantes, grupo ‘Mulheres Unidas Contra Bolsonaro’ é reativado após ataques de hackers. PF e MPF investigam autores do ataque.

Poucas horas depois de sofrer um ataque de hackers na madrugada de domingo (16), o grupo do Facebook ‘Mulheres Unidas Contra Bolsonaro’ foi reativado. O site NOSSA POLÍTICA noticiou recentemente que o site havia sofrido um ataque de hackers que invadiram a página, alteraram o seu nome e, em seguida, a excluíram. Representantes da rede social trabalharam para resolver o impasse e recolocaram a comunidade no ar durante esta tarde.

O grupo, que tem mais de 2 milhões de pessoas, reúne postagens contrárias ao presidenciável Jair Bolsonaro, por suas posições machistas e preconceituosas.

A comunidade se define como a “união das mulheres de todo o Brasil — e as que moram fora do país — contra o avanço e fortalecimento do machismo, misoginia e outros tipos de preconceitos representados pelo candidato Jair Bolsonaro e seus eleitores”. O militar da reserva é rejeitado por 49% das mulheres, segundo pesquisa Datafolha.

O caso será investigado pela Delegacia de Crimes Cibernéticos da Bahia, vinculada à Polícia Civil do estado. As moderadoras da página chegaram a receber inúmeras ameaças pelo WhatsApp e Facebook. Os invasores afirmaram que divulgariam dados pessoais delas e de suas famílias caso a comunidade não fosse extinta até a meia-noite de sexta-feira (14).

Com informações de agências.

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