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Haddad em Garanhuns, terra de Lula

Haddad em Garanhuns, terra de Lula

Haddad em Garanhuns, terra de Lula

Fernando Haddad, vice de Lula, esteve em Garanhuns (PE) neste sábado (1), onde falou sobre os passos da campanha após a impugnação da candidatura do ex-presidente pelo TSE.

Do Diário de Pernambuco:


O ex-ministro da Educação e possível substituto do ex-presidente Lula na chapa do PT, Fernando Haddad, citou a mesma frase do ex-governador Eduardo Campos (PSB), em Garanhuns, no Agreste do estado, ao falar sobre a decisão do partido em manter a candidatura de Lula mesmo após a impugnação do registro no TSE e justificar a aliança entre o PT e o PSB no estado. “Não vamos desistir do Brasil”, disse o ex-prefeito de São Paulo, após ser indagado, em coletiva, como vai explicar ao eleitor essa reaproximação com o PSB depois da postura do partido no impeachment de Dilma Rousseff.

Na visão de Haddad, Paulo Câmara já se reposicionou em relação ao processo de impeachment e, nesse contexto, a reaproximação dos partidos de centro esquerda é decisiva para o resgate da soberania nacional. Ele frisou que, no processo de afastamento da então presidente, nem todos os políticos, nem a população tinha informações suficientes para saber o que estava acontecendo no país e nos bastidores.

Haddad ainda precisou explicar a aliança feita entre Dilma e Michel Temer. “Os dois foram eleitos por um programa. Naquela altura, ninguém poderia imaginar o que ele faria com o Brasil, com a Constituição, com a CLT, com os programas sociais…Os cidadãos (também) precisam se reposicionar. Por quê? Porque temos novas informações. Àquela altura (na época do impeachment), a gente não tinha as informações que têm agora. Àquela altura, Aécio estava na Avenida Paulista (defendendo o impeachment), o Eduardo Cunha estava fazendo manifestação e os políticos não são diferentes da população… Eles vão recebendo a informação de acordo com o que a imprensa tem acesso. Não é simples para ninguém, não é simples para ninguém se reposicionar, agora queremos fazer um governo de centro-esquerda”, declarou.

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