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Ginecologista se nega a atender mulheres que não votam em Bolsonaro

Ginecologista se nega a atender mulheres que não votam em Bolsonaro

Ginecologista se nega a atender mulheres que não votam em Bolsonaro

Aconteceu em Goiânia: o ginecologista Cláudio Coelho se negou a atender mulheres que não votam no presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Além disso, ele já havia expulsado do hospital pacientes contrárias ao presidenciável.

Do Jornal Opção:


Em vídeo que circula na internet, gravado por um paciente, uma atendente do Hospital Vittá, em Goiânia, aparece informando a pacientes que o ginecologista não irá atender quem não vota no candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A mulher aparece vestindo camiseta do candidato.

O Hospital Vittá informou que o ginecologista em questão era Cláudio Coelho. A atendente teria, a pedido do médico, pedido para que quem não vota no presidenciável nem entrasse na sala, porque o médico estaria estressado e já tinha, inclusive, expulsado pacientes por esse motivo.

Por telefone, o hospital não se posicionou e pediu que o Jornal Opção ligasse para o advogado de Cláudio. O jornal tentou entrar em contato com o defesa do ginecologista, mas o advogado não foi encontrado até a publicação desta matéria.

Passado

O ginecologista em questão, Cláudio Coelho, foi indiciado, em 2009, por lesão corporal. O médico teria retirado o útero de uma desempregada de 47 anos de idade sem autorização no Hospital Santa Lúcia, em Brasília. Cláudio foi condenado a doar cinco cestas básicas para uma instituição de caridade em Goiânia.

A irmã da paciente, que é técnica em enfermagem, teria identificado o erro. A mulher teria sido internada para uma operação no períneo, para tratar uma incontinência urinária. À época, o médico admitiu o erro e afirmou que houve uma troca de prontuários.

Confira vídeo que circula sobre o caso no Hospital Vittá:

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