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#EleNão ou #NotHim: Campanha contra Bolsonaro ganha o mundo

#EleNão ou #NotHim: Campanha contra Bolsonaro ganha o mundo

#EleNão ou #NotHim: Campanha contra Bolsonaro ganha o mundo

O mundo está de olho no que acontece no Brasil. O movimento Mulheres Unidas Contra Bolsonaro vai às ruas no próximo sábado (29) com o mote internacional (#NotHim) #EleNão.

As mulheres brasileiras podem não ter se galvanizado por trás de qualquer candidato nas próximas eleições presidenciais, mas um número cada vez maior de pessoas adotou a mídia social para deixar claro para quem não vai votar: o candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro.

Uma campanha de mídia social chamada #EleNão – ou #NotHim – é o exemplo mais recente de como as mulheres no Brasil estão se mobilizando contra um político que chamou publicamente as mulheres de ignorantes, feias demais para estuprar ou indignas do mesmo salário que os homens. Em um discurso, Bolsonaro, pai de quatro filhos e uma filha, disse que ter uma criança do sexo feminino é um “momento de fraqueza”.

“Ele não é porque ele é machista, não ele porque é homofóbico, não ele porque é racista, não ele porque é um retrocesso para a nossa democracia”, disse uma cantora brasileira, Daniela Mercury, em um vídeo postado no Instagram no fim de semana. Ela pediu aos brasileiros que participem de protestos em todo o país, repudiando Bolsonaro no sábado.

Centenas de milhares de pessoas se inscreveram no Facebook para planejadas marchas “Mulheres Contra Bolsonaro”, e 2,9 milhões se juntaram ao grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” no Facebook, que se tornou privado depois de ter sido repetidamente hackeado.

Mercury chamou um colega de performance, Anitta, a maior estrela pop do Brasil, que foi criticada por se recusar a denunciar publicamente Bolsonaro. “Eu gostaria de desafiar minha amiga Anitta para apoiar o movimento #EleNão”, disse ela. “Vamos Anitta?”

Depois de dias insistindo no direito de voto secreto e recusando-se a falar sobre candidatos específicos, Anitta finalmente foi para a mídia social com seu próprio repúdio no domingo. Foi visto por cerca de 3,5 milhões de pessoas nas primeiras 24 horas.

Leia o artigo na íntegra aqui.

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