Política

Crescimento de Ciro e Haddad apavora o mercado

Crescimento de Ciro e Haddad apavora o mercado

Crescimento de Ciro e Haddad apavora o mercado

Nada é tão apavorante para o mercado do que a possibilidade de um segundo turno com dois progressistas: um segundo turno com Ciro e Haddad.

O mercado, que havia se acostumado com a ideia de aceitar Jair Bolsonaro, sofreu um revés nesta terça-feira com a substituição de Lula por Haddad e o impacto causado pela mudança. Em outras palavras, Haddad entrou no jogo.

O mercado esperava que o ataque a Jair Bolsonaro fosse lhe render um assombroso crescimento. Não somente Bolsonaro não cresceu como Ciro Gomes chegou à vice-liderança na disputa e Haddad (que ainda não tinha substituído o Lula chegou ao segundo pelotão, de acordo com a pesquisa do Datafolha).

Ontem (11), o dólar fechou em R$ 4,16. Jornalões veem como motivo dessa disparada a incerteza do pleito presidencial. Mas não é somente isso. Eles poderiam dizer que a incerteza tem sido provocada pela ameaça dos candidatos progressistas a Bolsonaro.

Alckmin, o candidato do mercado, já teve a sua candidatura atirada ao mar, porque não cresce nem com reza brava. O Ibovespa despencou, na terça-feira, 2,40%, para 74,601.65 pontos.

Nada, entretanto, é tão apavorante para o mercado do que a possibilidade de um segundo turno com dois progressistas: o mercado já aventa a possibilidade de Ciro e Haddad chegarem ao momento decisivo do pleito.

Um segundo turno com candidatos radicais e que se opõem às práticas draconianas do governo Temer, aos desmandos do mercado financeiro e à exploração dos bancos com seus juros escorchantes só pode deixar o mercado em polvorosa.

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