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Bolsonaro está fora da campanha no 1º turno

Bolsonaro está fora da campanha no 1º turno

Bolsonaro está fora da campanha no 1º turno

Após a cirurgia de emergência na noite da quarta-feira (12), os médicos consideram improvável que o candidato do PSL participe da campanha no 1º turno.

De acordo com O Globo, depois da segunda cirurgia a que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi submetido na última quarta-feira, as eleições no país passarão por uma situação inédita: hospitalizado em São Paulo, vítima de um atentado a faca, o líder das pesquisas de intenção de voto deverá ficar fora das ruas pelo menos no primeiro turno e ausente dos debates. Com dificuldades para falar, Bolsonaro não poderá, por ora, gravar vídeos para a TV e redes sociais.

Um dos filhos do candidato, Flávio Bolsonaro, em entrevista à rádio 97,1 FM, do Rio, fez um desabafo sobre a situação do pai, e disse que a orientação médica é a de que ele evite falar. “Ele não está conseguindo nem falar direito, então não pode ir para a internet para fazer transmissão ao vivo. A orientação médica é que nem fale, porque quando fala acumula gases e pode ocasionar mais dor ainda”, disse Flávio, acrescentando: “Ao que tudo indica, no primeiro turno não vai ter mais condições médicas de ir para a rua de novo. Praticamente impossível. A cirurgia de reconstituição do intestino dele vai acontecer daqui a dois meses ou mais, não tem como ir pra rua com a barriga aberta. É risco de infecção, é risco de arrebentar. É totalmente contraindicado”.

Para manter a candidatura em evidência, os integrantes da campanha vão se dividir para cumprir as agendas e reforçar, nas plataformas digitais, o discurso de que Bolsonaro terá condições de retomar as atividades em eventual segundo turno. Além disso, a campanha pretende utilizar vídeos gravados antes da hospitalização. De acordo com um interlocutor do PSL, existe material inédito para ser usado até as eleições.

Um dos principais aliados de Bolsonaro, o presidente do PSL de São Paulo, Major Olímpio, verbalizou as dificuldades da campanha e previu a redução do número de simpatizantes nas ruas:

— Não temos essa capacidade de levar milhares de pessoas às ruas, como é uma característica e uma força do Jair Bolsonaro. Mas vamos levar a mensagem.

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