Escavadeira

2011: Grupo neonazista convoca ato de apoio a Bolsonaro

2011: Grupo neonazista convoca ato de apoio a Bolsonaro

2011: Grupo neonazista convoca ato de apoio a Bolsonaro

Grupo neonazista convocou em São Paulo, em abril de 2011, ato de apoio a Jair Bolsonaro por sua declaração racista a Preta Gil, programa CQC, da Band.

Em 2011, o UOL noticiou o apoio de um grupo neonazista ao então deputado federal Jair Bolsonaro. De acordo com a matéria, o protesto, batizado de “ato cívico”, foi divulgado em redes sociais como o Orkut e no fórum “Stormfront”, administrado pelo movimento neonazista “White Pride World Wide”.

A convocatória, publicada por um membro denominado “Erick White”, diz: “Vamos dar o nosso apoio ao único Deputado que bate de frente com esses libertinos e Comunistas!!! Será um manifesto Cívico, portanto, levem a família, esposas, filhos e amigos… (sic)“.

O autor finaliza a mensagem com os números “14/88”, simbologia nazista que faz referência a Adolf Hitler e ao nacionalista norte-americano David Lane, defensor do mito da supremacia branca.

O apoio a Jair Bolsonaro era por causa de uma declaração racista feita por ele no programa CQC, quando, ao responder a uma pergunta da cantora Preta Gil (sobre o seu filho namorar uma mulher negra) o deputado respondeu: “ô, Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu”.

Dois meses depois deste ato, um dos líderes desse grupo foi preso. Guilherme Witiuk Ferreira de Carvalho, 21, declarado neonazista era um dos cinco presos suspeitos de agredir quatro pessoas em São Paulo. Antes da condenação, o jovem foi detido várias vezes, acusado de crimes raciais.

Em abril, ele participou de ato em favor de Jair Bolsonaro (na época no PP-RJ), deputado acusado de preconceito contra gays e negros.

Mais uma prova incontestável de que o nazismo era um regime de extrema-direita.

 

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