Blog do Mailson Ramos

Olhar para Alckmin é ver Temer

Olhar para Alckmin é ver Temer

Olhar para Alckmin é ver Temer

Embora o candidato do MDB seja Henrique Meirelles, basta dar um olhadela para Alckmin e ver que o tucano tem as feições e gostos de Michel Temer.

Comenta-se nos bastidores da política que Geraldo Alckmin vai intensificar uma estratégia de campanha que é tentar igualar Bolsonaro aos petistas. Não sabe o tucano que os seus adversários vão trilhar os mesmos caminhos da comparação, mostrando ao eleitorado que olhar para Alckmin é ver Michel Temer. E as comparações são mais verossímeis.

Qualquer sujeito de boa memória vai se lembrar de que o PSDB de Alckmin foi o principal aliado do governo Temer nos seus primórdios. E não foi somente isso: os tucanos ocuparam pastas importantes, estabeleceram medidas, decidiram sobre projetos e usufruíram do poder ilegítimo, como golpistas que são.

Aécio, o escondidinho de tucano, esteve sempre ao lado de Michel Temer, desde o dia em que acenou à possibilidade de retirar Dilma Rousseff da presidência da República. Não somente ele, mas como o próprio Geraldo Alckmin. Desde o início do governo postiço, sorveram a efêmera glória da ilegitimidade, atrelados cegamente a uma canalhada política que preferiu golpear em vez de ganhar nas urnas.

Alckmin escolheu para candidata a vice a senadora Ana Amélia Lemos. Para ela, as pesquisas que reprovam o governo Temer não fazem jus às suas reformas. Ou seja, o povo está errado e Michel Temer está certo em destruir o país. Para surfar na onda – e por consequência ganhar votos – esta gente se aliança aos mais vis grupos políticos. Tudo para manter o status de destruição de Michel Temer, com a entrega dos nossos recursos e a debilidade da soberania nacional.

Para o Brasil continuar sendo capacho do mercado, dos interesse econômico internacional, dos capitais vadios, dos fundos abutres, querem a continuação de um governo Temer na figura de Geraldo Alckmin. Querem o Alckmin para manter a mentira da ‘lei para todos’ como está que protege Temer e toda a quadrilha que como ele ocupa o Palácio do Planalto.

Michel Temer jogou todas as suas fichas no centrão para que os partidos deste bloco aderissem a campanha de Alckmin. Não pediu para que apoiassem Meirelles, o candidato do seu partido. A salvação dos últimos golpistas está na candidatura tucana. Quando o jogo começar, de fato, o candidato com mais tempos de tv aparecerá com as feições do golpe, um misto de Geraldo Temer com Michel Alckmin.

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