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Em sabatina no `JN`, Alckmin falou 16 minutos sobre corrupção

Em sabatina no `JN`, Alckmin falou 16 minutos sobre corrupção
Em sabatina no `JN`, Alckmin falou 16 minutos sobre corrupção
Os 60% iniciais da entrevista foram usados pelo Jornal Nacional para relembrar uma série de passivos do tucano: 41 investigados nos partidos do centrão que o apoiam, a benevolência com Aécio Neves e Eduardo Azeredo.

De acordo com o InfoMoney, Geraldo Alckmin sofreu um bombardeio focado em corrupção nos primeiros 16 minutos de entrevista ao Jornal Nacional – nada bom ser tão vinculado ao tema que mais incomoda os brasileiros. Dados da nossa pesquisa de maio mostram que esse é o principal problema do país, lembrado por 27% dos eleitores.

Os 60% iniciais da entrevista foram usados pelo Jornal Nacional para relembrar uma série de passivos do tucano: 41 investigados nos partidos do centrão que o apoiam, a benevolência com Aécio Neves e Eduardo Azeredo, que permanecem no partido e um ex-secretário do governo paulista preso. Coube até um exagero dos entrevistadores ao falar que Fernando Collor estava na coligação de Alckmin, já que o PTC apoia Alvaro Dias nacionalmente, apesar de estar com o PSDB em Alagoas.

O tucano se saiu com frases já testadas pela campanha que soam bem para um eleitorado simpático ao PSDB, como “não passamos a mão na cabeça de ninguém” e “puna quem precisar ser punido”. Mas mais forte foram as colocações dos dois apresentadores.