Política

Interpol reconhece a parcialidade de Sérgio Moro

Interpol reconhece a parcialidade de Sérgio Moro

Interpol reconhece a parcialidade de Sérgio Moro

Ao expor a decisão de retirada do alerta vermelho ao nome de Tacla Durán, a Interpol chamou a atenção para os indícios de parcialidade de Sérgio Moro.

Em decisão que retira Rodrigo Tacla Duran da lista de procurados internacionais, a Interpol reconhece que a conduta do juiz Sérgio Moro lança dúvidas sobre a garantia de respeito à Declaração Universal dos Direitos Humanos na cooperação entre as forças policiais.

Ao expor a decisão de retirada do alerta vermelho ao nome de Tacla Durán, a Interpol chamou a atenção para os indícios de parcialidade do juiz da Lava Jato no Paraná, Sergio Moro:

“A defesa trouxe evidências, que podem ser facilmente verificadas em serviços de buscas abertos, para sustentar a controvérsia de que o juiz [Sergio Moro] falou sobre ele [Duran] publicamente em uma entrevista, quando ao negar movimentos para ele se apresentar como testemunha em outros casos, emitiu uma opinião sobre a veracidade de qualquer informação que ele [Duran] pudesse apresentar.”

A agência fazia referência à entrevista de Moro ao programa Roda Viva, da TV Cultura, no dia 27 de março, em que, enquanto Duran estava foragido na Espanha, acusou o magistrado de participar de esquema ilegal com delatores da Lava Jato, recebendo valores indevidos. Durante o programa, o juiz opinou sobre o caso, tentando desmerecer as acusações do advogado.

A emissão de opiniões contrárias a réus viola princípios básicos de direitos humanos, uma vez que cabe aos julgamentos serem técnicos, isentos e imparciais.

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