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Proibido por lei e estatuto, Clube Militar faz campanha para Bolsonaro

Proibido por lei e estatuto, Clube Militar faz campanha para Bolsonaro

Proibido por lei e estatuto, Clube Militar faz campanha para Bolsonaro

Desde julho, o Clube Militar tem divulgado textos em favor da candidatura de Bolsonaro em seu site e no mailing de sócios, que conta com 38 mil pessoas.

O Clube Militar é uma entidade privada financiada pelo pagamento de mensalidades de seus sócios, mas o Ministério da Defesa repassa R$ 270 mil por mês para o clube, em valores descontados da folha salarial de militares que decidem se tornar sócios. No total, são 7.819 militares que têm seus contracheques descontados.

Pelo regulamento da associação em seu primeiro parágrafo, “o clube manter-se-à estranho à matéria de religião, de política partidária”. Questionado sobre o apoio apenas a Bolsonaro em textos, Mourão negou qualquer irregularidade. “Na realidade, não estamos defendendo nem o partido A, nem o partido B. Se expressa a opinião do clube, mas sem favorecimento”, disse após evento na sede da entidade na última segunda-feira (20).

Saiba Mais: Em julho, Bolsonaro palestrou no Clube Militar

Além do estatuto, a lei eleitoral também impede que uma entidade privada forneça infraestrutura para campanhas eleitorais como rede de contatos eletrônicos porque isso é considerado uma doação de serviços,

As informações foram publicadas pelo UOL.

Desde julho, o Clube Militar tem divulgado textos em favor da candidatura de Bolsonaro em seu site e no mailing de sócios, que conta com 38 mil pessoas. Também promoveu uma palestra do candidato, junto com o Clube Naval e o Clube da Aeronáutica, que cedeu seu salão para realização do evento. A palestra foi vista por 300 mil pessoas na página do candidato no YouTube.

O presidente da associação é o general da reserva Hamilton Mourão, que nega o favorecimento a Bolsonaro.

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