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Valor Econômico tenta alavancar candidatura Alckmin

Valor Econômico tenta alavancar candidatura Alckmin

Valor Econômico tenta alavancar candidatura Alckmin

Veículo do Grupo Globo publicou chamada que não conduz com o conteúdo da matéria sobre um possível crescimento da candidatura de Alckmin.

Do Vermelho:


A afirmação do título, no entanto, não condiz com o conteúdo da matéria que afirma: “Ainda não é possível dizer que Alckmin cresceu”. Ora, que tendência é essa então? Como diz o dito popular: tucanaram a tendência.

De acordo com o jornal, a pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta, assim como o tucano, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT), seguem longe da liderança nas pesquisas ocupada por Lula.

“Ainda não é possível dizer que Alckmin cresceu, pois a oscilação, nos quatro cenários testados, se deu dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais. Mas, quando se olha a curva semana a semana, há viés de alta”, diz um trecho da matéria.

Mas a matéria do Valor vai ficando cada vez mais interessante. Diz que o tucano alcança 10% das intenções de voto apenas quando o PT não apresenta candidato, ou seja, quando Lula é retirado da pesquisa. Diz ainda que Alckmin também cresce quando Fernando Haddad é o nome petista na disputa – fato esse que por enquanto é apenas especulação, portanto o resultado da pesquisa pode ser bem diferente se oficializar.

Na semana passada, Alckmin ganhou um bom espaço no jornal que publicou entrevista com o tucano. No mesmo período, Alckmin tinha 9% no primeiro cenário e 8% do segundo. Nos cenários com Lula ou com Haddad apresentado como “apoiado por Lula”, Alckmin tem 9% – era 7% na semana passada.

Quando os entrevistados são apresentados a Haddad como “Haddad apoiado por Lula”, o quadro fica assim: Bolsonaro com 22%; Haddad com 12%; Marina, 10%; Alckmin e Ciro com 9% cada; Alvaro com 5%; Manuela com 2%; Meirelles e Boulos com 1% cada. Não votos totalizam 29%.

No cenário em que Lula é candidato, o petista lidera com 30%, seguido por Bolsonaro com 20%. Alckmin tem 9%; Marina e Ciro, 8% cada; Alvaro, 5%; João Amoêdo (Novo), Meirelles e Manuela tem 1% cada. Boulos não pontua, e os não votos ficam em 17%.

A pesquisa XP/Ipespe desta semana ouviu 1 mil pessoas, em entrevistas por telefone, com cobertura nacional. Foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-07756/2018.


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