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Osório sobre Neymar: Futebol é para homem

Osório sobre Neymar: Futebol é para homem
Osório sobre Neymar: Futebol é para homem
“É uma vergonha para o futebol que se perca tanto tempo com um jogador. Isto deve ser um jogo de homens e não com tanta palhaçada”.

Do jornal Extra:


O treinador Juan Carlos Osorio não poupou os brasileiros, sobretudo Neymar, depois de ter a equipe derrotada por 2 a 0 em Samara. Antes do duelo, os mexicanos já haviam chamado Neymar de “cai-cai”.

– É uma vergonha para o futebol que se perca tanto tempo com um jogador. Isto deve ser um jogo de homens e não com tanta palhaçada –, disparou o técnico, em referência ao camisa 10 brasileiro, que recebeu um pisão do adversário e recebeu atendimento médico durante a partida.

Em uma pergunta seguinte, foi indagado diretamente se estava atacando Neymar, mas saiu pela tangente:

– Não o mencionei.

Os jornalistas insistiram no assunto e, indagado sobre a imagem que mostra um pisão de Layún quando Neymar estava à beira do campo, Osorio minimizou e reclamou de novo:

– É um contato muito simples. Toda a hora o árbitro parou o jogo.

Em entrevista coletiva depois da partida, o treinador ressaltou que seu time jogou “mano a mano” com a seleção de Tite e pediu “desculpas” à torcida pela queda nas oitavas.

– Deve-se continuar de tratar de ter mais jogadores na Europa. Na medida em que o futebol mexicano exporte mais jogadores, a seleção eventualmente dará esse salto de qualidade – ressaltou Osorio, que ainda agradeceu os fãs pelo apoio ao time.

– Tivemos um jogo, no primeiro tempo, de posse 53% a 47% na posse de bola. Tivemos grande parte do controle de jogo. Desafortunadamente e é uma vergonha que no futebol se perde tanto tempo com um só jogador. A perda da veemência que tivemos foi por causa da arbitragem. Os jogadores foram cansando das paralisações. Uma teve quatro minutos. Não me parece ser um bom exemplo para o futebol, sobre tudo para as crianças. Este deve ser um jogo viril, de homens e não com tanta palhaçada – disparou Osorio, que em uma resposta seguinte referiu-se às “faltas fake”:

– Foram muitas.

(…)