Blog do Mailson Ramos

Cai Parente, ficam os abutres do mercado

Cai Parente, ficam os abutres do mercado

Cai Parente, ficam os abutres do mercado

Após o anúncio da demissão de Pedro Parente, as ações da Petrobras despencaram e a mídia tradicional anteviu o apocalipse. Ela, a porta voz dos abutres do mercado, foi a primeira a dizer que a Petrobras não pode ser do povo brasileiro.

A queda de Pedro Parente do comando da Petrobras está longe de ser uma notícia satisfatória para todos aqueles que abominam o movimento apátrida de entreguismo que se apossou do Brasil com a ascensão do golpista Michel Temer.

Com Parente deveria cair a política de preços instituída pela Petrobras e que ocasiona o aumento abusivo de combustíveis e do gás de cozinha. Com Parente deveria ter caído a política de diminuição da produção de diesel nas refinarias (o que força o país a importar o combustível dos EUA).

Mas tudo isso vai continuar sob a égide dos abutres do mercado. Os especuladores financeiros – que ditam a queda das ações da estatal – estão segurando a cadeira de presidente. Só vai ocupá-la quem tiver a marca do compromisso com o mercado. O povo que se exploda!

As medidas deste governo antinacionalista demonstram que a nomeação do novo presidente da Petrobras será a representação da continuidade das políticas que fazem o povo sofrer.

É importante notar também que durante todo este período de crise, não apareceu um só “nacionalista” da Lava Jato para comentar estes fatos. Há poucas semanas, Sérgio Moro aparecia paparicando Parente no festim diabólico de Nova York.

Este governo é Hidra de Lerna um mostro da mitologia grega que tinha corpo de dragão e sete cabeças de serpente. Em seu segundo trabalho, Hércules lutou contra aquele monstro esmagando e cortando algumas de suas cabeças. Mas quando cortava uma, nasciam duas no lugar.

Desde 2016, no Brasil, esta história se repete. Cai um ministro, cai um presidente de estatal, mas não cai a política de destruição do país. O povo, como Hércules, luta ainda sem saber como derrotar este monstro que o devora.

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