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Zezé di Camargo critica comoção sobre a morte de Marielle

Zezé di Camargo critica comoção sobre a morte de Marielle

Zezé di Camargo critica comoção sobre a morte de Marielle

Tomando como exemplo o assassinato de uma médica em 2016, Zezé di Camargo criticou a comoção nacional sobre a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco.

Em seu perfil no Instagram, Zezé di Carmargo criticou a comoção nacional sobre a morte de Marielle Franco e fez um desabafo ao compartilhar uma publicação que fala sobre o assassinato da médica Gisele Palhares, morta em 2016 com dois tiros.

“Embora mulher, não era negra, não era pobre, não era feminista, não era militante de partidos políticos, não frequentava os círculos LGBT, não era MTST, CUT ou PSOL, não estava dentro dos programas de assistências de cotas do governo. Enfim, não preenchia os requisitos necessários para uma mobilização nacional”, diz o texto.

Na legenda, Zezé escreve: “Vamos refletir?!!! Como cidadão tenho direito de expressar minha opinião (opinião). Aos que concordam comigo, obrigado!! Aos que divergem, apenas conteste sem ofensas. Lembrando, apenas, que o texto não é meu. Repostei, porque achei coerente e verdadeiro. Parabéns ao autor!! Transformar uma barbárie em politicagem, não!!! Obs: esse crime aconteceu em 2016. O texto foi postado um dia depois do acontecido. Por isso o ‘ontem’”.

Em tempo: Em setembro de 2017, ao conceder entrevista à jornalista Leda Nagle, Zezé afirmou que não houve ditadura militar no Brasil. “Muito gente confunde militarismo com ditadura, todo mundo fala ‘nós vivíamos numa ditadura’. Nós não vivíamos numa ditadura, nós vivíamos num militarismo vigiado. Ditadura é a Venezuela, Cuba com Fidel Castro, Hungria, Coreia do Norte, China. Esses são realmente ditadores. O Brasil nunca chegou a ser uma ditadura daquelas que ou você está a favor ou você está morto”, disse o músico.

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