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De patos a sapos: A metamorfose do golpe

De patos a sapos: A metamorfose do golpe

De patos a sapos: A metamorfose do golpe

A partir de 2015 um pato foi utilizado pela Fiesp para aparentemente combater a alta dos juros. O pato se tornou um símbolo da queda de Dilma e da ascensão de Michel Temer com todos os seus retrocessos. Agora a Fiesp substitui os patos pelos sapos.

A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) resolveu aposentar o pato amarelo. Em seu lugar, a entidade estampou nos jornalões desta terça-feira (13) um novo bicho: o sapo verde.

O slogan da nova campanha será “Chega de Engolir Sapo”, que substituiu o “Chega de Pagar o Pato”, lançado em setembro de 2015, em meios às manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A entidade entende que o pato cumpriu sua missão, ajudando a derrotar a recriação da CPMF e novos impostos. No entanto, o artista plástico holandês Florentijn Hofman chegou a acusar a Fiesp de plágio.

Recentemente os patos foram retratados no carnaval do Rio de Janeiro pela escola de samba Paraíso do Tuiuti onde integrantes apareciam manipulados por uma mão e batendo panelas.

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