Política

Os bons exemplos vêm do Maranhão de Flávio Dino

Os bons exemplos vêm do Maranhão de Flávio Dino

Os bons exemplos vêm do Maranhão de Flávio Dino

Numa mesma semana, o Maranhão mostrou ao Brasil que é possível valorizar os professores com salários dignos e que o auxílio-moradia é um acintoso privilégio em tempos de crise.

O Maranhão ocupou as páginas de destaque na mídia, nos últimos dias graças aos bons exemplos que tem dado em tempos de crise. Na contramão do choque de austeridade e do neoliberalismo sanguinário que marcam o governo de Michel Temer, o Maranhão governado por Flávio Dino demonstra uma capacidade singular de pensar no bem estar social da sua gente em primeiro lugar.

Na última semana, duas medidas da administração pública do estado mostraram que é possível atravessar uma crise econômica sem destruir direitos da maioria para privilegiar uma minoria.

Recomposição salarial dos professores

No dia 28 de fevereiro, o governador Flávio Dino (PCdoB) concedeu recomposição salarial a todos os integrantes do Subgrupo Magistério da Educação Básica do Maranhão e professores contratados.

A recomposição no percentual de 6,81% concedida aos professores da Rede Pública Estadual será paga sobre o vencimento em duas parcelas, sendo 2,71%, implantada no mês de março, e, a segunda, de 3,99% em junho.

Após a implantação integral da recomposição, um professor em início de carreira com 40 horas de jornada semanal terá remuneração de R$ 5.750, 83. Já o docente em início de carreira, com 20 horas semanais receberá o equivalente a R$ 2.875,41.

Aos professores contratados, o Governo do Estado fará a recomposição salarial equiparando os vencimentos ao valor estabelecido pelo Piso Nacional em 2018, retroativo ao mês de janeiro.

Extinção do auxílio-moradia dos deputados

Naquele mesmo dia, a Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) aprovou um projeto que extinguiu o auxílio-moradia dos deputados estaduais.  O valor concedido para cada parlamentar era de R$ 2.850,00.

Com a aprovação deste projeto, a Alema deixará de gastar R$ 120 mil por mês, o que resulta numa economia de R$ 1,4 milhão para os cofres do estado.

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