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Greca afugenta mendigos colocando pinos nos bancos das praças

Greca afugenta mendigos colocando pinos nos bancos das praças

Greca afugenta mendigos colocando pinos nos bancos das praças

De acordo com informações de Alberto Villas, a prefeitura de Curitiba resolveu colocar pinos nos bancos públicos para evitar que os moradores de rua deitem neles.

Do blog do Alberto Villas:


A Prefeitura de Curitiba resolveu colocar pinos nos bancos públicos para evitar que os moradores de rua deitem neles. Perguntamos se não existe uma solução melhor, como a criação de abrigos públicos e programas de assistência social. Nada mais desumano esses bancos com pinos. Só faltou a placa.


Em tempo: Em 2016, o então pré-candidato à prefeitura de Curitiba, Greca afirmou que vomitou ao sentir “cheiro de pobre”. “Eu coordenei o albergue Casa dos Pobres São João Batista, aqui do lado da Rua Piquiri, para a igreja católica durante 20 anos. E no convívio com as irmãs de caridade, eu nunca cuidei dos pobres. Eu não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que eu tentei carregar um pobre no meu carro eu vomitei por causa do cheiro”, disse.

Greca pediu desculpas depois. Mas como se vê, a sua empreitada contra as pessoas que vivem nas ruas de Curitiba.

2 Comentários

  • Trabalho no centro da cidade e usualmente passo no horário de almoço pelas praças Tiradentes e Rui Barbosa.
    A opinião corrente nesta página é que os bancos são -sim- para o povo de rua descansar….
    Mas, pergunto:
    E o restante do povo que trabalha no centro?
    Também não merece ter direito a usar um banco de praça para descansar um pouco em seu horário de almoço?
    E os idosos? E as mães com crianças que precisam ir ao centro e, por vezes precisam de um descanso momentâneo?

    É legítimo, em favorecimento de uma minoritária ‘população de rua’ , cercear a maioria da população (que não é “população de rua”) de seus espaços públicos?

  • Já vi mulheres usando esses bancos para trocar fralda de bebês. Curitiba se tornou vergonha para o mundo com essa ação egoísta e bizarra

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