Opinião

A saga de um picareta na Venezuela

A saga de um picareta na Venezuela

A saga de um picareta na Venezuela

Jonatan Moisés Diniz, o “brasileiro preso político pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela”, segundo a Folha, divulgou um vídeo onde se gaba de ter planejado  provocar a própria prisão.

O site Nossa Política se reservou ao não publicar notícias sobre Jonatan Moisés Diniz, o “brasileiro preso político pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela”, como reportou toda a mídia tradicional, ela, que tem ojeriza do governo venezuelano.

A saga deste rapaz faz lembrar a viagem despropositada de Aécio e seus asseclas à Venezuela, em 2015. Naquele episódio, mostrou-se clara a patologia dos reacionários brasileiros contra o governo de Maduro.

Nas palavras de Fernando Brito, do Tijolaço, o arremate da infausta aventura deste brasileiro que há poucos dias surgiu como novo mártir, herói brasileiro sob o domínio de um ditador bolivariano:


“Lo picareta soy yo”

É um caso de estudo psicológico.

A histeria leva pessoas a papéis que são dramaticamente idiotas e que tem o poder de contaminar outros, cujo funcionamento do cérebro está prejudicado pelo embotamento que o ódio lhes traz.

O tal Jonatan Moisés Diniz, o “brasileiro preso político pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela”, segundo a Folha, divulgou um vídeo onde se gaba de ter planejado  provocar a própria prisão.

“Se eu fui pra lá e eu fui preso, é porque eu incitei ser preso”, disse. “Eu sozinho não teria nenhuma voz, mas eu indo para a cadeia aconteceu exatamente o que estava nos meus planos.”

Diniz, morador de Los Angeles, surgiu do nada, no final do ano passado, pedindo doações para “alimentar pessoas” nas redes sociais, através de um “ong” que ele mesmo criou para “mudar a Terra”e nem tinha existência formal.

A imprensa publicava, candidamente, suas declarações de que “chorava por ver crianças de 5, 6 anos prepararem bombas molotov no meio da avenida para se prepararem para os confrontos”.

Valia tudo.

E a turma fanática daqui saiu a denunciar a perseguição do “chavismo” a um sujeito que ou é maluco, ou é picareta ou ganhou alguns dólares  criando um incidente diplomático. Se é que nossa diplomacia não ajudava a uma “peça” destas.

Não é demais pensar isso, já que nosso chanceler, Aloysio Nunes Ferreira, fez parte daquele convescote de excursão-provocação, ao lado do “maleiro” Aécio Neves, que só conseguiu ficar presa num engarrafamento e foi devidamente escorraçada de lá.

Capaz do rapaz ganhar uma medalha de ouro do Donald Trump. E derreter…


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