Política

Globo arma o palanque de Luciano Huck no Faustão

Globo arma o palanque de Luciano Huck no Faustão

Globo arma o palanque de Luciano Huck no Faustão

Durante participação no programa ‘Domingão do Faustão’, o apresentador Luciano Huck encontrou um palanque armado para falar sobre a sua política.

No início do quadro, Huck falou sobre sua participação na política. “Nesse último ano fui dragado por uma discussão que eu não levantei a mão, que é começar a tentar pensar nas possibilidades concretas para o Brasil este ano. Eu me propus a por a cara na rua e tentar mobilizar a minha geração, quem são as pessoas que estão a fim de fato a chegar perto da política”, disse, pedindo o envolvimento da população.

“A sociedade como um todo está envergonhada da classe política. Não estou falando em causa própria, todo mundo que tem filho, irmão, tem que enxergar a política como único caminho para transformar. Tem que aproveitar essa fratura exposta que aconteceu no Brasil nos últimos dois anos, de derretimento da classe política para reocupar esse espaço, ressignificar as coisas e tentar de fato botar um pouco de ética. O servir tem que ser de verdade, quem está a fim de pensar no próximo, de melhorar a vida das pessoas”.

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O panorama atual pode ser mudado em outubro, afirma: “É um ano super importante, o voto é o melhor e o único jeito de transformar. Com essa crise, tem gente que pede volta à ditadura. Não existe isso, democracia é feita para melhorar a vida das pessoas. Temos nossa arma e temos que agarrar com unhas e dentes”.

Fausto Silva pediu licença para abordar um dos temas mais atuais do apresentador: sua possível candidatura a Presidente da República. “Vou te falar o que está acontecendo na minha vida: estou a 18 anos viajando por esse país e sei como as pessoas vivem. Por causa da TV as pessoas me recebem de um jeito muito fraterno e eu sou o tipo do cara que quando eu vejo um problema não consigo achar que ele não é meu. Nesse momento eu me isentar de ajudar eu estaria sendo covarde. O que eu vou continuar fazendo é tentar mobilizar uma legião inteira de pessoas que também querem ajudar. Não vou me candidatar, mas já participo de movimentos cívicos que mobilizam pessoas íntegras, do bem, para se lançar na política. Quero motivar as pessoas a votar com consciência”, explicou.

E frisou: “Não sei o que vai acontecer na minha vida no futuro, que a Deus pertence. Eu amo o que eu faço agora, mas vou deixar rolar. Neste momento eu ainda acho que o meu papel na TV é mais importante que estar lá [na Presidência]. Mas eu vou continuar tentando ajudar o Brasil a melhorar sim”.

As informações são do Purepeople e TV & Famosos.

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