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Bretas é Moro e Moro é Bretas

Bretas é Moro e Moro é Bretas

Bretas é Moro e Moro é Bretas

Juiz da 7ª vara federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas saiu em defesa do colega, dizendo que o trabalho de Moro muitas vezes não é compreendido.

Bretas age e pensa como Moro. Aliás, não há diferença entre eles. Ambos são midiáticos, vivem dando palestras e se arriscam até a

O Estadão: publicou matéria mostrando como eles são similares e que não é possível diferenciar os gestos das palavras do outro. Com a diferença de que Bretas pode posar com um fuzil e o Moro só posa com tucanos.


Para o juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pela Operação Lava Jato no Estado, o trabalho do seu colega curitibano, Sérgio Moro, da 13.ª Vara, no Paraná, é “árduo, difícil, muitas vezes não compreendido”. Ao discursar no 4.º Evento Petrobrás em Compliance, na sede da petroleira, no centro do Rio, Bretas disse ainda que “Moro tem se dedicado muito à Justiça Federal”.

Reiteradamente alvo de manifestações populares contrárias à sua atuação, Moro teve, nesta semana, um saia-justa com o presidente Michel Temer, em evento em São Paulo. Temer, citado em delação à Lava Jato, se manteve sentado enquanto as demais pessoas presentes aplaudiam Moro.

A presença de Moro no evento da Petrobrás gerou manifestações internas na empresa. Um grupo de empregados reunidos na Federação Nacional do Petroleiros (FNP) divulgou um manifesto no qual acusam o juiz de enfraquecer a estatal.

A visão de Bretas, no entanto, é de que “o trabalho a Justiça não destrói empresas e empregos. A Justiça contribui para a cultura da integridade e honestidade, que deve regular a sociedade”. Segundo ele, a Lava Jato não segue causas políticas ou persegue políticos. “A Justiça não está contra o Executivo ou Legislativo, mas contra malfeitos”. Disse também que a Petrobrás não errou, “pessoas erraram”, e que “não há mais lugar para decisões políticas na madrugada e fora da agenda”.

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