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Imprensa internacional repercute a propina da Globo

Imprensa internacional repercute a propina da Globo

Imprensa internacional repercute a propina da Globo

A imprensa internacional repercute a declaração do ex-executivo argentino Alejandro Buzarco sobre a propina de grandes grupos de mídia no FIFAgate.

A imprensa internacional repercute a declaração do empresário Alejandro Buzarco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias que disse que a TV Globo e outros grupos de mídia pagaram propina em contratos de transmissão de campeonatos de futebol.

O jornal inglês The Guardian informou que Alejandro Burzaco, ex-diretor executivo da Torneos y Competencias, uma das principais empresas de marketing esportivo da Argentina, testemunhou que outras cinco empresas com as quais se associou, incluindo a rede brasileira Globo e a rede mexicana Grupo Televisa, subornaram funcionários da FIFA durante seu mandato.

A americana Bloomberg noticiou o fato dizendo que alguns dos maiores radiodifusores do mundo, incluindo Fox Sports, Globo e Grupo Televisa SAB, foram implicados na corrupção do futebol internacional, de acordo com um ex-executivo de marketing esportivo que disse à Justiça dos EUA que as empresas pagaram subornos para ganhar direitos lucrativos e plurianuais para torneios de futebol.

A acusação ocorreu no segundo dia do julgamento nos EUA de três ex-dirigentes do futebol sul-americanos, acusados de receber subornos em uma extensa investigação sobre a corrupção da FIFA, escreveu o ABC Online. Burzaco, que se declarou culpado de agressões, conspirações e outros crimes, emergiu como uma testemunha fundamental contra José Maria Marin, Manuel Burga e Juan Angel Napout.

Informou o argentino La Nacion, além de nomear indivíduos, Burzaco também visou as principais redes de televisão da América Latina, que foram os outros grandes beneficiários neste esquema de subornos e subornos de suborno investigados pela FIFAgate. Burzaco disse que Fox Sports (com cobertura de todo o continente), Televisa (México), Globo (Brasil), MediaPro (Espanha), Full Play (Argentina) e Traffic (Brasil) pagaram subornos para manter os direitos de TV. Burzaco também esclareceu que o Grupo Clarín nunca pagou subornos.

O argentino Infobae colocou em evidência os nomes dos ex-funcionários que receberam propinas: Pablo Paladino, ex-coordenador desse programa, e Jorge Alejandro Delhon, que se suicidou na noite desta terça-feira, atirando-se numa linha de trem, na cidade Lanus onde morava. De acordo com o ex-CEO de Torneios, os dois cobravam 4 milhões de dólares em subornos. A declaração não terminou. É apenas o começo.

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