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Curitiba também vai parar no dia 10 de novembro

Curitiba também vai parar no dia 10 de novembro

Curitiba também vai parar no dia 10 de novembro

O Sindicato dos Metalúrgicos confirmou sua presença na paralisação e promete realizar um evento em todas as empresas de Curitiba e região metropolitana.

Um movimento nacional promete “parar” o país na próxima sexta-feira (10). O ato é organizado por sete centrais sindicais e tem o objetivo de protestar contra a Reforma Trabalhista, que entrará em vigor dia 11 de novembro, e contra as outras reformas propostas pelo governo do presidente Michel Temer. Em Curitiba, algumas categorias já confirmaram presença na manifestação, mas outras – como a dos bancários – decidirão na noite desta terça-feira (7) e na quarta-feira (8) sobre a adesão ou não à paralisação. Limpeza pública e transporte coletivo ainda não informaram a respeito da sua participação no ato.

O ato foi convocado pela Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Sindical Popular (SCP), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). De acordo com as centrais, haverá um ato conjunto na capital paranaense, às 11 horas, na Boca Maldita, no Centro. Algumas entidades não irão parar completamente as atividades nesta sexta, mas irão enviar representantes para o evento citado.

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Até o momento, o Sindicato dos Metalúrgicos confirmou sua presença na paralisação e promete realizar um evento pela manhã em todas as empresas de Curitiba e região metropolitana. Já a APP-Sindicato, responsável pelos trabalhadores da educação pública, iniciou a convocação dos professores de maneira voluntária. Segundo a entidade, a escolha dos educadores pode interferir no funcionamento das instituições de ensino.

Os técnicos administrativos da UFPR, UTFPR e os colaboradores do Hospital das Clínicas (HC) também afirmaram que paralisarão suas atividades em manifestação. De acordo com o sindicato responsável pela categoria (Sinditest-PR), apenas 30% dos funcionários continuarão ativos para atender a legislação.

Fonte: Gazeta do Povo

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