Educação

Temer destrói as universidades públicas do país

Temer destrói as universidades públicas do país

Temer destrói as universidades públicas do país – Foto: Nilton Fukuda/ Estadão

O governo de Michel Temer avança com a destruição do ensino superior gratuito: o contingenciamento de 4,3 milhões no MEC destruirá as universidades públicas.

Do Portal Nacional da Educação (PNE) via Facebook:


O Governo Federal havia anunciado um contingenciamento em Abril de 2017, cortou cerca de 4,3 milhões de reais na pasta do Ministério da Educação – MEC.

O corte de gastos devem deixar centenas de universidades federais e institutos federais sem recurso para o orçamento (água, energia, segurança e administrativo) e podendo afetar no calendário acadêmico (suspendendo as aulas a partir do mês de setembro).

Lista das Universidades Federais prejudicados pela falta de recurso, ocasionando uma possível suspensão das aulas e das atividades das instituições de ensino a partir de Setembro:

Universidade de Brasília (UnB)

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Universidade Federal de Goiás (UFG)

Universidade Federal do Acre (Ufac)

Universidade Federal do Amapá (Unifap)

Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Universidade Federal do Piauí (UFPI)

(UFRGS, Unipampa, Furg e UFPel) – apenas área da pesquisa

Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

Universidade Federal de Rondônia (Unir)

Instituto Federal de Roraima (IFRR)

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

As universidades citadas acima já cortaram o serviço de: terceirizados, corte na água e na energia, limpeza e na segurança das universidades, cortando bolsas, funcionamento dos laboratórios e da área da pesquisa, paralisando obras e reformas e podendo cortar o salário dos professores e servidores – provocando possíveis greves nas universidades.


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