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Procurador da Lava Jato alfineta Gilmar: “Qual o real objetivo dele?”

Procurador da Lava Jato alfineta Gilmar: “Qual o real objetivo dele?”

Procurador da Lava Jato alfineta Gilmar: “Qual o real objetivo dele?”

Carlos Fernando dos Santos Lima criticou o ministro do STF, Gilmar Mendes, afirmando que ele quer acabar com o poder investigatório do MPF.

Em sua página oficial no Facebook, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima alfinetou o ministro do STF, Gilmar Mendes:


Gilmar Mendes quer acabar com o poder investigatório do Ministério Público. Sem esse poder, a Operação Lava Jato não teria chegado onde chegou. Qual o real objetivo de Gilmar Mendes?

“Ministro quer rever também poder de investigação do MP

Responsável pela mudança de placar no entendimento sobre o momento do início de cumprimento da pena de prisão, o ministro Gilmar Mendes pode, ainda, provocar a rediscussão, pela Corte, dos limites de poder de investigação do Ministério Público Federal. Mendes tem alegado que há mais de mil Procedimentos Investigatórios Criminais (PICs) abertos pela Procuradoria-Geral da República de forma autônoma e vê no expediente um caso de abuso de autoridade por parte do MPF. Este é mais um caso em que, para que a discussão seja aberta pelo Supremo Tribunal Federal, alguém tem de levar o assunto ao plenário”.

Procurador da Lava Jato alfineta Gilmar: “Qual o real objetivo dele?”


1 Comentário

  • Desde o primeiro trimestre de 2016, a Lavajato chamava minha atenção. Trabalhara em órgão do poder legislativo, tinha tido algum conhecimento de leis e não me conformava com as prisões para delação superpremiada porque, se bandidos, os delatores recebiam uma tornozeleira eletrônica, pagavam um multa pouco significativa ante seu cabedal e recebiam todo o resto lavado e passado. O caso mais estarrecedor para mim foi o do sr. Fernando, a quem alcunharam (imprensa e lavajato) Baiano (bandido tem que ter alcunha, né?). Vi por mais de ano esse senhor sempre calado, sem dar oportunidade aos que lhe ofereciam a delação. Via o homem resistir e resistir (esse é dos meus: não é dedo-duro). Um dia delatou e foi solto, para habitar seu apartamento de luxo em praia do Rio. O mesmo fizeram com o Marcelo Odebrecht: condenação extraordinária, disseram juristas: 18 anos! Na época então escrevi em algum blogue que o MP foi criado para investigar, não para forçar a prestação de informações e, daí, condenar. Esse poder investigatório de receber delações tem que acabar mesmo. Não é republicano; é ditatorial. Era assim durante a “gloriosa”. Com essa mecânica, o MPF de Curitiba se tornou uma vergonha.

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