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Brasileiros: 71% são contra a reforma da Previdência

Brasileiros: 71% são contra a reforma da Previdência

Brasileiros: 71% são contra a reforma da Previdência

De acordo com o Instituto Datafolha, 71% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência; 68% acham que a reforma trabalhista vai privilegiar os patrões.

O povo está atento

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha divulgada no domingo (30) aponta que:

  • 71% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência
  • 83% é o índice de rejeição à reforma da Previdência entre os funcionários públicos
  • 76% da população com ensino superior são contra a reforma da Previdência
  • 73% das mulheres rejeitam a reforma da Previdência
  • 64% dos entrevistados acham que a reforma Trabalhista vai privilegiar os empresários
  • 63% dizem que a lei da terceirização só é boa para os patrões
  • 31% consideram que não haverá mudança na atual situação de desemprego e igual parcela prevê que vagas serão fechadas
  • 66% dos entrevistados acham que os preços de mercadorias e serviços devem subir com a ampliação da terceirização

Temer, seu governo e a base de apoio no Congresso Nacional têm a obrigação de dar respostas a tanto desmando e destruição dos direitos dos trabalhadores. É isso que diz pesquisa e Greve Geral realizada em todo o país, no dia 28 de abril, alcançando mais de 30 milhões de brasileiros.

Na Previdência

A proposta apresentada por Temer visa aumentar o tempo mínimo de contribuição e a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres. As projeções feitas por especialistas no assunto mostram que a maioria dos brasileiros, pelas novas regras propostas, morreria sem conseguir se aposentar.

Terceirização

A lei da terceirização, sancionada em 31 de março por Michel Temer, permite que uma empresa possa contratar outra para qualquer tipo de serviço.

Reforma Trabalhista

Com seu texto base aprovado na quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados, a Reforma Trabalhista poderá modificar de maneira substancial a a CLT. A reforma atinge muitos pontos, mas o ponto central altera a relação e a negociação entre trabalhadores e empresários. O negociado terá sobreposição sobre o legislado. E a contribuição sindical será facultativa.

As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo.

Fonte: Alerta Social

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