Blog do Mailson Ramos

‘IstoÉ’: No juízo final da Lava Jato não há tucanos

‘IstoÉ’: No juízo final da Lava Jato não há tucanos

‘IstoÉ’: No juízo final da Lava Jato não há tucanos – Foto: Reprodução/ NP

Está provado que os tucanos foram salvos pela mídia dissimulada: no juízo final da IstoÉ não há lugar nem mesmo para Careca (Serra), Mineirinho (Aécio) e nem o Santo (Alckmin).

A IstoÉ, que prêmios para colocar lado a lado políticos e empresários de ideologia antipetistas, alcançou a essência do projeto de criminalização do PT e estampou em sua capa o juízo final da Lava Jato, com a divulgação das 77 delações da Odebrecht.

Como se somente o PT e o PMDB estivessem implicados nos esquemas ora relatados pelos ex-executivos da empreiteira.  Na ilustração de capa não aparece nenhum tucano e nem há uma referência clara ao trio de ouro que aparece na lista outrora divulgada: Careca (Serra), Mineirinho (Aécio) e nem o Santo (Alckmin).

Isso não nada mais do que uma descarada contribuição da mídia aos tucanos inimputáveis, aqueles que, mesmo citados diversas vezes, ainda sobem no poleiro da ética para apontar o dedo em riste contra os adversários.

É nada mais do que a manutenção dos paladinos da justiça e da moral que derrubaram Dilma, a santificação de canalhas da pior espécie; é, sobretudo, o auto da seletividade que pautou a Lava jato nos últimos três.

‘IstoÉ’: No juízo final da Lava Jato não há tucanos

Trata-se não da criação midiática de uma operação justa. A própria operação sediada em Curitiba demonstrou claramente a quem queria punir e que políticos jamais sofreriam qualquer mossa.

Em outras palavras, o Moro entende muito de propaganda política.

Não fosse a dissimulação da mídia e a seletividade de uma justiça parcial, o juízo final da Lava Jato incluiria mais personagens do que o original de Buonarotti, no teto da Capela Sistina.

A mídia busca ecos na sociedade que engoliu um ovo e está parindo uma serpente. É sempre durante estes ciclos que o Brasil sofre em sua essência mais pobre. Quando acredita que conseguiu acabar com um malfeito (corrupção) eximindo malfeitores de culpa.

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