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O amor de Cármen Lúcia à Língua Portuguesa

O amor de Cármen Lúcia à Língua Portuguesa

O amor de Cármen Lúcia à Língua Portuguesa – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A presidente do STF (é assim que ela quer ser tratada) afirmou que não utilizará o substantivo feminino presidenta. “Eu fui estudante e eu sou amante da língua portuguesa”.

Saiu no G1:


Cármen Lúcia pede para ser chamada de ‘presidente’ em vez de ‘presidenta’

A ministra Cármen Lúcia afirmou nesta quarta-feira (10), durante sessão do Supremo Tribunal Federal, que prefere ser chamada de “presidente” do STF em vez de “presidenta”, como fazia questão a presidente da República afastada Dilma Rousseff.

Cármen Lúcia sucederá Ricardo Lewandowski na presidência do tribunal a partir de setembro.

Em meio a um julgamento nesta quarta, Lewandowski passou a palavra à colega e perguntou: “Concedo a palavra à ministra Cármen Lúcia, nossa presidenta eleita… ou presidente?”

“Eu fui estudante e eu sou amante da língua portuguesa. Acho que o cargo é de presidente, não é não?”, disse, rindo.

“É bom esclarecer desde logo, não é?”, brincou Lewandowski.

(…)


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Segundo pesquisa realizada pelo iG, “o substantivo feminino presidenta existe na língua portuguesa desde 1872. Em dicionários, os primeiros registros da palavra ocorrem ao menos desde 1925.”

Ouve-se ao fundo a voz de Gilmar Mendes que diz: “Vossa Excelência seria uma presidenta inocenta”. É o Colegiado do Silêncio. Eles se merecem.[/color-box]

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