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Suspeito de terrorismo criava galinhas no RS

Suspeito de terrorismo criava galinhas no RS

Suspeito de terrorismo criava galinhas no RS – Foto: Roberto Castro/ ME

O suspeito de terrorismo, apreendido pela Polícia Federal, no Rio Grande do Sul, é criador e revendedor de galinhas de raça no município de Morro Redondo.

Saiu no Globo:

Terrorismo: suspeito preso no Rio Grande do Sul criava e vendia galinhas

O suspeito preso pela Polícia Federal (PF) no Rio Grande do Sul, sob a acusação de premeditação de ato terrorista na Olimpíada e alinhamento com o grupo Estado Islâmico, é um criador e vendedor de galinhas de raça no município de Morro Redondo, no Sul do estado. A PF cumpriu o mandado de prisão às 5h desta quinta-feira, quando ainda estava escuro. O pai dele disse que os policiais perguntaram ao filho sobre troca de mensagens com outros suspeitos. Ele confirmou ter mantido conversas com desconhecidos pelo Telegram, programa semelhante ao WhatsApp, mas negou a intenção de praticar atentados.

Segundo a investigação, ele e outros suspeitos de diversas partes do país aderiram ao Estado Islâmico. Em conversas pelo chat, elogiaram os recentes atentados em Nice e Orlando e falavam sobre praticar atos terroristas no Rio. Chegaram a discutir a compra de armas.

— Ele não é um bandido. Simplesmente falou com a pessoa errada na hora errada. Passaram esse “zap zap” aí. Ele, inocentemente, respondeu, achando que estava fazendo uma grande coisa. É um idiota, foi aceitar conversar com um cara que nem conhece. Ele nunca nos falou nada. Disse que estava conversando com amigos. O delegado perguntou qual era o plano. Ele disse que não tinha plano nenhum, que não faria atentado. Disse que foi respondendo às mensagens sem saber o que estava acontecendo — relatou o pai.

Há 20 dias, o suspeito preso mora numa propriedade rural de três hectares com o pai, a mãe, o avô e o irmão mais novo. Para chegar ao local, é preciso percorrer quilômetros de estrada de chão batido. É um lugar interiorano. Depois do anoitecer, raramente se encontra alguém na rua. O cheiro mais presente é o de lenha queimada nos fogões das poucas casas. Antes, o detido residia, desde a infância, em Pelotas.

(…)


1 Comentário

  • Só rindo de uma situação dessa… Polícia procurando “pelo em ovo”, imagina se achassem algo. Respeito a polícia e a inteligência brasileira, mas precisamos melhorar os agentes que temos por aqui. Daqui a 20 anos, espero ver noticias melhores sobre os federais do brasil.

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