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Renan sobre Janaína: ‘Com todo o respeito, ela é muito chata’

Renan sobre Janaína: ‘Com todo o respeito, ela é muito chata’

Renan sobre Janaína: ‘Com todo o respeito, ela é muito chata’ – Foto: Fábio R. Pozzebom/ABr

Na festa junina da senadora Kátia Abreu (PMDB-MS), o presidente do Senado, Renan Calheiros teceu o seguinte comentário sobre Janaína Paschoal: “Com todo respeito, ela é muito chata!”.

Saiu no Estadão:


Renan é centro das atenções em festa junina de Kátia Abreu

Muitos senadores marcaram presença na festa junina oferecida pela senadora Kátia Abreu (PMDB-MS) na noite dessa quarta-feira, 15, em sua casa em Brasília. Inicialmente divididos em duas mesas, uma do governo e outra da oposição, os parlamentares se reuniram em um só grupo com a chegada do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Renan veio mais tarde, acompanhado de Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM), e conseguiu acomodar todos ao seu redor. Apesar de o assunto ser majoritariamente político, a conversa seguiu descontraída. Em conversa regada a uísque, presidente do Senado misturou brincadeiras e casos com críticas ao procurador-geral da República.

Ele explicou, por exemplo, porque não quis autorizar o pagamento de passagem e hospedagem para a autora do impeachment, Janaína Paschoal, participar das reuniões da comissão. “Com todo respeito, ela é muito chata!”, justificou aos risos para os colegas. Segundo ele, a jurista poderia poupar o Senado dessa despesa, já que recebe altos honorários “pagos pelo PSDB”, brincou.

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Na festa junina da Kátia Abreu só não se comentou sobre a delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, que atinge oito partidos ao todo.

Brasília vive dias pesados em que as forças da República começam a duelar claramente entre si. Exemplo deste embate aberto é a possibilidade de que Renan Calheiros acate o pedido de impeachment do procurador-geral da República.

Se isso de fato acontecer, já não haverá mais dúvidas de que um núcleo de poder tenta acabar com a Lava Jato; mesmo que o Janot tenha cometido erros – esta história de vazamento de provas sigilosas, por exemplo, é muito grave – a queda de um procurador-geral, nomeado pela presidente anterior, pode gerar fissuras e instabilidade entre os poderes da República.

Quanto à Janaína Paschoal… O Renan é um bom observador.

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