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Para Gilmar, vazar contra o PT não é brincadeira

Para Gilmar, vazar contra o PT não é brincadeira

Para Gilmar, vazar contra o PT não é brincadeira – Foto: Carlos Humberto/SCO/STF

Quando o vazamento atinge o PT, Gilmar Mendes não hesita em focar no fato vazado; quando o vazamento e contra os seus adversários, ele foca no vazamento, esta “brincadeira” contra o Supremo.

O discurso midiático às vezes mostra os dois pesos e as duas medidas nas opiniões de importantes personagens deste país, no atual momento de crise. Presidente do TSE e ministro do Supremo, Gilmar Mendes é um destes nomes que representariam a lei. Mas as suas palavras são sempre pesadas contra o PT e leves contra os seus adversários.

Abaixo, duas demonstrações cabais da parcialidade de Gilmar. Vazamento de conversa entre a presidenta da República não é crime e vazamento contra a turma do PMDB é “brincadeira” com o STF.

No Valor, em 17/03/2016:

Conversa Dilma-Lula pode caracterizar obstrução à Justiça, diz Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou hoje que a conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva pode caracterizar obstrução da Justiça. “Se houver avaliação de que se trata de medida para descredenciar a Justiça, certamente está nos tipos de crime de responsabilidade”, disse. Ele também não descarta que sejam aplicados outros dispositivos da legislação penal.

No R7: em 07/05/2016:

Isso é uma brincadeira com STF, diz Gilmar Mendes sobre vazamento da Lava Jato

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez dura crítica ao vazamento da informação de que a Procuradoria-Geral da República havia pedido a prisão de integrantes da cúpula do PMDB. “Não se pode brincar com esse tipo de coisa. Tem-se um processo oculto, pede-se sigilo, mas divulga-se para a imprensa. Isso é algo grave, não se pode cometer esse tipo de coisa. Isso é uma brincadeira com o Supremo. É preciso repudiar isso de maneira muito clara”, disse.

Questionado sobre quem teria vazado, o ministro evitou apontar culpados, mas afirmou que “quem está fazendo isso está cometendo crime”.

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